12 de ago. de 2010

Entrevista Rugby de Calcinha com jogadoras destaque da Seleção Júlia Sardá e Paula Ishibashi

O Rugby Feminino no Brasil vem crescendo primordialmente nos  7’s a Side, modalidade que estará presente nos jogos olímpicos na cidade do Rio de Janeiro em 2016. A Seleção Feminina do Brasil coleciona medalhas no Sulamericano, onde atingiu recentemente o Hexacampeonato. Na América do Sul somos favoritos porém no cenário global obtivemos a 6a colocação no Mundial Universitário e a 10a posição no Campeonato Mundial de 7's no ano de 2009. Além disso a Seleção Feminina a partir de 2010 vem recebendo um apoio financeiro do COB para o seu desenvolvimento visando as olimpíadas de 2016 e a melhoria da qualidade do rugby feminino no Brasil que tem tudo para estar entre os melhores do mundo.

O Rugby de Calcinha (RdC) tem a honra de hoje poder falar um pouco com duas das jogadoras da Seleção Feminina: Júlia Sardá a nossa Capitã e Paula Ishibashi considerada a melhor jogadora do Sulamericano e uma das mais experientes da nossa Seleção.  As perguntas foram elaboradas pela equipe RdC e também por meninas que participaram através do nosso blog, que por sinal foi muito interessante pois não houveram perguntas repetidas.  E vamos às perguntas!


[Renatinha, Recife Rugby e RdC] Gostaria de saber como vocês conheceram o Rugby, qual o clube que jogam e também a estrutura oferecida pelos clubes que vocês treinam hoje? O que vocês diriam para as meninas no Nordeste do Brasil que não possuem estrutura nem apoio?

[Júlia] Eu fui convidada por uma colega da universidade a participar de um treino depois que ela me ouviu reclamando (durante os jogos internos da educação física) do jogo de basquete, que tudo era falta e que eu gostava de esportes com mais contato. Ela me disse que o rugby era o esporte ideal. Ela estava certa, fui a um treino e me apaixonei pela modalidade (mesmo saindo toda dolorida...era treino de tackle).
O meu clube não tem sede, e não temos um campo. Treinamos “oficialmente” em um campo de uma associação de moradores (Lagoa da Conceição), mas o time feminino treino durante a semana em um gramado na UFSC e nos finais de semana no campo da Lagoa.
O que eu posso dizer para as meninas do Nordeste é que já treinei em condições bem precárias e sei da luta da diretoria do meu clube para conseguirmos apoio. Não conheço as condições exatas de vocês, mas continuem batalhando por espaço e continuem lutando para praticar o esporte que vocês tanto gostam....vale a pena.

[Nivia Boz, Goiânia Rugby] Como é a rotina de treinos? Carga-horária, tipo de treino e atividades complementares (ex.: musculação, fisioterapia)

[Júlia] No meu clube (Desterro Rúgby em Santa Catarina) eu treino segundas e quartas do meio dia até as 13h30min e sábado de manhã. Eu sempre fiz treino físico, antes eu montava meu treino (sou formada em Ed. Física), mas atualmente sigo os treinos físicos enviados pelos preparadores da seleção. A musculação é feita 3-4 vezes por semana e temos treinos de corrida 2-3 vezes por semana. A quantidade de treinos depende do período de treinamento e também da disponibilidade de cada jogadora. Eu faço pelo menos 3 dias de musculação e 2 de corrida. Os treinos técnicos/ táticos da seleção são realizados 1 final de semana por mês.
            Faço fisioterapia só quando estou com alguma lesão.

[Nivia Boz, Goiânia Rugby] Quais são as principais diferenças entre os treinos realizados em seus clubes e os treinos da seleção?
[Júlia] Para mim, a principal diferença é a estrutura e a quantidade de meninas. Outro fator importante é que na seleção todas estão com o mesmo objetivo, já no clube nem sempre os objetivos são os mesmos. A cobrança na seleção é muito maior e também o desgaste físico.

[Teresa, RdC] Vocês também sentem preguiça pra treinar? Onde treinam as meninas comparecem sempre? Ela perguntou pois alega que no Nordeste as meninas faltam muito.

[Júlia] Para treinar rugby eu nunca estou com preguiça, e olha que aqui no sul o inverno está rigoroso. Já nos treinos físicos às vezes dá vontade de não fazer, mas daí eu penso nos meus objetivos e vou para a musculação. É tudo uma questão de disciplina também, no rugby 7´s o preparo físico conta muito, se você tem essa consciência, mesmo com preguiça você faz o treino.
No meu time temos meninas que comparecem sempre e outras nem tanto. Algumas só podem treinar aos sábados por causa do trabalho. Eu sou uma pessoa que cobra a presença, porque só treinando vamos evoluir. Mas passei a entender que as pessoas têm objetivos diferentes e dão importância diferente ao rugby. 

[Maira, Rugby Potiguar]  Gostaria de saber qual é a importância que elas vêem em jogar pela seleção brasileira e em representar as mulheres brasileiras neste esporte?

[Júlia] Representar o Brasil era um sonho de criança, tentei durante anos com o atletismo, mas não consegui. Depois entrei no rugby e tive a oportunidade. Nunca vou esquecer a emoção de vestir pela primeira vez a amarelinha. É indescritível. Sinto muito orgulho de representar meu país. Quando viajamos para jogar pela seleção estamos representando não só as mulheres, e sim o rugby do Brasil, estamos mostrando que no Brasil existe rugby, rugby de qualidade. Todas as meninas da seleção tem consciência disso, por isso quando entramos em campo damos 100%.

[Karlla, RdC] Vocês já praticaram Rugby Union (XV de cada lado?) Vocês acham que esta modalidade teria algum sucesso no Brasil e poderia se desenvolver?

[Júlia] Eu joguei durante 15 meses na Irlanda e adorei. Para jogar rugby XV cada time precisa de, no mínimo, 20 jogadoras. Em termos de clube eu acho difícil a modalidade se desenvolver no Brasil, mas um projeto de seleções regionais de XV e quem sabe seleção de XV acredito que pode dar certo. A seleção brasileira de XV que foi para a Holanda, perdeu o amistoso por 10x00. Um placar muito favorável ao Brasil, se levarmos em consideração que a Holanda joga há anos e está no Europeu A e o Brasil nunca tinha jogado.

[Maira, Rugby Potiguar]  Na visão de vocês existe um tipo definido de mulher pra jogar rugby?

[Júlia] Não acredito. Claro que o sevens é um jogo rápido, que exige um bom preparo físico, mas acredito que todas podem jogar, e o principal, todas podem evoluir.

[Maira, Rugby Potiguar]  Como foi a experiência de jogar o campeonato universitário em Portugal?

[Júlia] Eu sempre sonhei em ser atleta e chegar a um mundial é o ponto máximo de qualquer atleta então, acima de tudo, eu me senti realizada.
A experiência foi ótima. Fizemos alguns bons jogos. O importante para mim é que apresentamos um bom nível, fazendo jogos disputado com Rússia e Grã-Bretanha. Se testar em uma competição fora da América do Sul é sempre produtivo. Aqui sempre somos favoritas, mas fora o jogo é mais veloz e com mais potência nos contatos. É jogando em um nível mais alto que se evolui.
           

[Maira, Rugby Potiguar]  Qual é o conselho que elas dão para as praticantes de rugby em todo Brasil?

[Júlia] Primeiramente, respeitem e conheçam o esporte. O “espírito do rugby” é algo que deve ser repassado e desenvolvido. No mais, se divirtam jogando.

[Fernandinha, Goiânia Rugby e RdC] Pergunta se o técnico e a comissão técnica  ficam disponível todo o tempo, diferente do time do GRC feminino, que tem que dividir o técnico e a prioridade nunca é o feminino.
[Júlia] Na seleção eles estão sempre a disposição, tanto treinadores quanto preparadores físicos e fisioterapeuta. No meu clube o meu treinador é jogador do adulto, mas é treinador só do feminino. Ele é muito empenhado em preparar e passar os treinos. Se precisar deixar de treinar para nos treinar (acho que) ele deixa. Ele é um estudioso do rugby e sempre procura nos desenvolver ainda mais. Então eu não tenho do que reclamar.

[Karlla, RdC]  Como vocês viram a mudança da ABR para CBRu do ponto de vista estrutural e financeiro?

[Júlia] Eu sempre fiquei por fora da “política do rugby brasileiro”, então não me sinto capacitada para responder. O que posso falar é que neste ano o apoio financeiro para treinos e viagens está bem melhor e a estrutura para treinamentos também.

[Renatinha, Recife Rugby e RdC] Como vocês imaginam o rugby aqui no Brasil até 2016 e depois?

[Júlia] Vejo com bons olhos o futuro do rugby no Brasil. O retorno dele para a olimpíada facilita a busca de recursos e a visibilidade. Sonho e acredito no crescimento do esporte.

[Karlla, RdC] Quais o valores que mais marcaram vocês na Seleção e qual recado dariam para as meninas que estão em dúvida se jogam ou não Rugby?
[Júlia] A seleção tem um grupo de meninas apaixonadas pelo rugby e que fazem de tudo para representar bem o Brasil. Acredito que a determinação e a superação são marcas da seleção.
            Eu diria para as meninas que estão em dúvida darem uma chance ao rugby, vocês vão se surpreender.

Nós do Rugby de Calcinha agradecemos a oportunidade em saber um pouco sobre as meninas que hoje representam tão bem a camisa da nossa Seleção e que tanto nos orgulham. Obrigada Júlia e Paulinha.

Agradeço a oportunidade de falar um pouco de rugby e da minha experiência como jogadora. Peço desculpas por eu não ter o dom da escrita. Mas espero que eu tenha ajudado.
Coloco-me a disposição para o que vocês precisarem.

Abraço

Júlia Albino Sardá
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11 de ago. de 2010

As lesionadas do mundial feminino 2010

Sim, a grande festa do Rugby feminino se aproxima, mas algumas jogadoras importantes vão ter que torcer por suas equipes pela televisão, ou pela internet, em www.rwcwomens.com, por lesões sofridas às vésperas do grande evento.
Veja quem fica de fora e como isso afeta as equipes.


Amiria Rule – Nova Zelândia (Black Ferns)
A jogadora de 27 anos foi destaque no último mundial, jogando no centro, ao marcar o último try da final sobre a Inglaterra e marcar 6 tries na competição, ficando na vice artilharia. Amiria iria participar do Mundial pela 3ª vez, mas uma recorrente lesão no joelho tirou a jogadora definitivamente da Copa.
Com certeza a idade não deverá um empecilho para futuras Copas, pois sua substituta será Anna Richards, jogadora com maior número de participações na seleção, com 44 Test matches (estreou em 1990), presente em todos os títulos das Ferns e chegando ao seu 4º mundial com a incrível marca de 45 anos! Tamanho histórico e identificação com as Black Ferns lhe valeu o título de Ordem do Mérito da Nova Zelândia, pelos serviços prestados ao Rugby.
Uma perda considerável de uma das melhores jogadoras neozelandesas, mas com a experiência inigualável de Anna Richards que não é centro de origem (atua como abertura), as Ferns não terão problemas na primeira fase. Em uma eventual e esperadíssima final contra a Inglaterra, pode sim ser um fator crítico.

Marie-Eve Brindamour-Carignan – Canadá
Marie-Eve é a segunda da esq. para direita.
A segunda linha canadense de 28 anos viu o seu sonho de estrear em mundiais se esvair na última semana, após não conseguir se recuperar de uma hérnia de disco a tempo do evento e não foi liberada pelo departamento médico. Foram 3 anos de preparo intenso. A jogadora será substituída por Ashley MacDonald.
“Quando eu recebi a notícia, comecei a chorar. Foi uma mistura de tristeza, frustração e decepção. Não podia acreditar. Estava um pouco brava também, quando penso ‘Por que eu’ e ‘Porque agora’? Porque não durante o Mundial ou depois dele? Poderia ter sido a qualquer outra hora…”
“Sei que há mais na vida do que Rugby, quero ter uma carreira e poder brincar om meus filhos depois, então, eu entendo, mas é duro.”
O Canadá levará um grupo experiente, incluindo duas jogadoras com presença em nada menos que 5 Copas do Mundo, Gilian Florence e Leslie Cripps além de duas das principais artilheiras do último Mundial, Heather Moyse, líder com 7 tries e a experiente Maria Gallo (que também jogou o Mundial de Sevens). Com um grupo relativamente fácil, não deve haver perda na qualidade técnica das Canucks, como o próprio técnico da seleção ressaltou. 

Claire Allan – Inglaterra
A Inglaterra sofreu um desfalque de última hora para o Mundial, após a bela Claire Allan, 25 anos, machucar o joelho durante os treinamentos. Entra em seu lugar, Michaela Staniford, experiente jogadora com 38 participações na seleção e um Mundial (além do Mundial de Sevens), apesar de apenas 23 anos. Michaela foi a jogadora mais jovem a estrear pela seleção inglesa, aos 18 anos. Claire é uma jogadora mais versátil, tendo iniciado a jogar como abertura mas também atua como centro e full back, enquanto que Michaela é ponta. Fisicamente, são idênticas, mas Staniford conta com mais experiência internacional, o que minimiza um pouco a perda de Claire, apesar de o jogo de linha das inglesas poder sofrer um pouco no início.

Lauren Day – Irlanda
A jovem promessa irlandesa da primeira linha Lauren Day foi cortada da seleção, após fraturar o pulso ao sofrer uma pancada durante um amistoso contra a Escócia, como parte dos preparativos para o Mundial. Sua substituta será Laura Guest do Munster, que terá  amissão de vencer a Inglaterra pela primeira vez. Recentemente, Lauren foi eleita jogadora do ano em sua equipe, o Ulster. Guest possui apenas 9 partidas disputadas pela seleção. Inexperiência não será crítico na substituição, visto que Lauren também é uma novata, com apenas 25 anos.


Tami Faleni – África do Sul
As emergentes sulafricanas não poderão contar com a Asa Tami Faleni, apontada com uma das estrelas da seleção, devido uma lesão no ombro, às vésperas do Mundial da Inglaterra. Sua subsituta será Pulane Motloung que joga como hooker ou pilar. O técnico Denver Wannies loamentou o corte, pois segundo ele, a jogadoraq era chave na estratégia da equipe.
A África do Sul leva uma equipe relativamente nova para o Mundial, com apenas 9 jogadoras que participaram do último Mundial no Canadá
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9 de ago. de 2010

Aí vêm as meninas - Rugby Women's World Cup 2010

Campeonato Mundial Feminino de Rugby 2010 - Contagem regressiva. Esta é uma parte da matéria publicada por  Sara Orchard na BBC de Londres onde ela fala das perspectivas da Copa de 2010 e esperança em ver a Inglaterra sair vencedora, além de valorizar aspectos femininos do rugby e principalmente o espírito do jogo em si. Para conferir a matéria no original clique AQUI.

A Rugby Women's World Cup está chegando à Inglaterra. Não só isso, mas o país anfitrião tem uma boa chance de vencê-la. Este será o sexto torneio mundial desde 1991 e na Inglaterra estiveram em quatro das últimas cinco finais, e saiu vencendora em 1994. A vitória sobre campeões da Nova Zelândia em Twickenham novembro passado aumentou as esperanças de um segundo título, enquanto no País de Gales, Irlanda e Escócia, também estão entre os 12 países participantes.

Mas se você não está convencido dos méritos do sexo feminino na hora jogar o jogo da bola oval, talvez seja hora de dar uma olhada no rugby das mulheres através de um novo olhar.

O JOGO EM SUA FORMA PURA
 
Muitas vezes, em rugby dos homens no mais alto nível você vê duas coisas que são prejudiciais para  a diversão do espectador. Um deles é a infinidade de chutes que acontecem durante o jogo onde a International Rugby Board está tentando resolver com ajustes para as leis. A outra é que os jogadores podem ser muito bons em driblar as leis e tentar influenciar o árbitro. Tudo contribui para um menos puro e muitas vezes irritante jogo.  

No rugby feminino o ritmo pode ser um pouco mais lento, mas o nível de qualificação ainda são altos. Você vê mais rugby sendo jogado com táticas ditadas pelo jogo realizado com a bola na mão.


  RUGBY DE MULHER é "feminino?
  
Um argumento freqüente contra o rugby feminino é que não é feminino, com uma imagem estereotipada das mulheres masculinas e sujas, cobertas de lama.
Joguei rugby durante seis anos e jogava com mulheres de todas as formas e tamanhos, nunca houve uma norma.

Nós sabemos como as jovens garotas são pressionadas estes dias a respeito da sua imagem. Eu sei porque estudei em escola e universidade. Mas o campo de Rugby foi provavelmente o único lugar onde eu pude esquecer todo a minha imagem pessoal. Todos os biotipos e tamanhos de pessoas tem um lugar num campo de rugby.

O jogo é de um crescimento sem precedentes na Inglaterra. Existem atualmente cerca de 14.000 mulheres e meninas que jogam rugby, incluindo 8.000 jovens jogadoras registadas, em 300 clubes e mais de 500 equipes de todo o país.
 
COBERTURA MEDIA

A cobertura de esportes das mulheres da equipe na mídia é muito pobre. Isso tudo é parte de um ciclo vicioso. Para obter a cobertura, é preciso sucesso e perfil. Para conseguir isso, você precisa de dinheiro para poder fazê-lo.

A quantidade de cobertura para o esporte feminino está mudando, mas é nosso espírito como fãs de esportes que têm de mudar também.

Se você está um pouco desiludido com a equipe masculina de futebol da Inglaterra, talvez as jogadoras de Rugby da Women's World Cup pode restaurar sua fé nas pessoas dos esportes. Você nunca sabe, você pode ver a Inglaterra levantar a Copa do Mundo em casa.
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8 de ago. de 2010

Se preparem Torneio CIASEVEN vem aí!

Dias 11 e 12 de setembro Cianorte-PR receberá o I Torneio CiaSeven de Rugby. Apesar do time anfitrião não possuir equipe feminina, o torneio terá também a categoria feminina, pois a idéia é divulgar o Rugby em todas as suas formas, e termos mais um torneio feminino já que não é tão fácil para as equipes femininas se encontrarem. O Cianorte Rugby tem a intenção de montar uma equipe feminina a curto prazo, então a participação de times femininos em seu torneio é fundamental para atrair novas jogadoras. Para inscrições até o dia 10 de agosto o torneio está com uma taxa de inscrição promocional de R$13,00, incluíndo café da manhã e almoço no domingo e alojamento. O torneio será transmitido ao vivo pelo site www.tvrural.com . 

Para maiores informações sobre o torneio acessem www.cianorterugby.com.br ou entrem em contato pelo email paulocharlao@hotmail.com .

Notícia enviada por Paulo Moreira do Cianorte Rugby.
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Resultados Gerais – 3a Etapa do Circuito Feminino do Nordeste



Realizou-se no dia 31 de julho na cidade de Salvador (BA) a 3a Etapa do Circuito Feminino de Rugby no Nordeste,  com apoio e estrutura do Galícia Rugby e demais membros da organização do Circuito. Tivemos a participação de quatro equipes, dentre elas uma convidada (UFBA - BA) e também a presença das meninas da equipe Fênix do PI.  A UFBA foi a vencedora da Etapa que teve Cães da Areia em segundo, Recife Rugby em terceiro e por último a equipe mista formada pelas meninas do Galícia Rugby, Aliança Rugby e Fênix.

Fonte: Rugby Feminino no Nordeste

Equipes Participantes:
  • Recife Rugby Club - PE
  • Cães da Areia - AL
  • Galícia/Aliança - BA/PE - com participação das meninas do Fênix de Teresina (PI)
  • UFBA - BA
A seguir apresentamos os resultados dos jogos e nesta etapa não apresentaremos as pontuadoras como temos feito nas outras pois uma das súmulas foi extraviada durante o evento por uma falha da organização.

Jogo. Time 1 x Time 2  ( Árbitro)
  1. ARC/Galícia 00 x 24 UFBA - (Caleb - PE)
  2. Recife Rugby 00 x 05 Cães da Areia (Karlla - PE)
  3. UFBA ** x ** Cães da Areia (Elson - BA)
  4. Recife Rugby 17 x 00 ARC/Galícia (Luciano - PE)
  5. ARC/Galícia  00 x Cães da Areia (Kiko - PE)
  6. Recife Rugby 00 x 12 UFBA (Carmen - AL)
Obs: Tivemos problemas com a súmula do jogo 3 UFBA x Cães da Areia mas temos certeza da vitória de UFBA neste jogo.

Classificação da Etapa e pontuação no Circuito

1o - UFBA - 0 pontos  (equipe convidada)
2o- Cães da Areia - 16 pontos
3o - Recife Rugby - 12 pontos
4o - ARC/Galicia - 10 pontos

Classificação geral, com acúmulo de pontos no final da 3a Etapa

1o - Recife Rugby - 52 pontos
2o  - Cães da Areia - 40 pontos
3o - Aliança/Galicia - 36 pontos

Teresina AABB e UFBA entraram como convidados no circuito e não possuem pontuação na classificação geral.

Quaisquer dúvidas consulte o regulamento do circuito.

Agradecemos a todos as pessoas que trabalharam pela etapa, em especial todos os árbitros e lineman que nos nos ajudaram.

Gostaria de informar também publicamente que apenas as pessoas desta comissão formada por Carmen Freire, Anna Mauriz, Renata Barros, Karlla Davis e Mirco Folli estão autorizadas a repassar informações oficiais do circuito, não nos responsabilizamos portanto por terceiros que pretendem publicar seus próprios resultados da maneira que lhes convém.

Atenciosamente e novamente obrigada a todos,

Karlla Davis


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6 de ago. de 2010

Pergunte à Jogadora da Seleção!!!!

Meninas, conseguimos a oportunidade de fazer uma entrevista com algumas das jogadoras da Seleção de Rugby Feminino do Brasil!  Se quiserem perguntar algo vamos deixar o espaço aberto até o fim de hoje. As perguntas levarão o nome e time da menina que perguntar. Ficamos aguardando suas dúvidas através do email rugbydecalcinha@gmail.com. 
Um grande abraço!
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2 de ago. de 2010

Parabéééééns Teresaaaaaaaaa



Parabéns pra você, nesta data querida, muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuitas felicidades, paz, amor, dinheiro, sucesso, carros, homens gostosoooooooos hahahahaha! Minha amiga que você continue sendo esta pessoa irreverente, maravilhosa, polêmica, extrovertida e batalhadora! Estes são os votos de todas nós que formamos esta família RDC e de todos os seus amigos!


TE A-D-O-R-A-M-O-S!!!


BEIJOOOOOOOOOS


AnnaJô, Karllinha e Renatinha!
Família Rugby de Calcinha
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