6 de fev. de 2012

CBRu cria projeto para atrair crianças para o Rugby

A Confederação Brasileira de Rugby está desenvolvendo um projeto para conquistar a simpatia das crianças pela modalidade. O tag-rugby, especialmente criado para clubes e escolas, é disputado sem contato, devendo os jogadores tentar arrancar uma das bandeirinhas presas ao corpo do adversário. Além disso, o tag-rugby não necessita de campo gramado e sua prática é adaptável a qualquer tipo de piso.

A CBRu vai oferecer aos clubes interessados material didático, material desportivo, palestras de capacitação dos professores de educação física e ainda o acompanhamento semanal às escolas que aderirem ao projeto. Os professores que aderirem a esta iniciativa e dinamizarem o projeto em sua escola, receberão um certificado oficial CBRu de “Tag-Rugby Coach”.

No 1º semestre de implementação o acompanhamento semanal será da responsabilidade da CBRu, mas no 2º semestre o acompanhamento será da responsabilidade dos clubes, criando assim a ligação clube-escola.

Os clubes interessados devem entrar em contato com João Uva, coordenador do projeto, através do e-mail: joao.uva@brasilrugby.com.br.

Fonte: Portal de Esporte AHE! Brasil




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Seleção feminina já estuda adversárias de Las Vegas

Brasil está no Grupo B com Canadá, Holanda e EUA B




A equipe feminina participou da terceira etapa do Circuito Mundial, realizada em dezembro em Dubai (Emirados Árabes Unidos), e agora está motivada para enfrentar Canadá, Holanda e EUA ‘B’, concorrentes no Grupo B
.
Segundo o treinador José Eduardo Moraes, o Brasil vem melhorando gradualmente nos jogos contra as canadenses. Já o time norte-americano, apesar de um porte atlético e ser bastante veloz, não é a equipe principal, o que representa uma ‘pequena’ vantagem para as brasileiras. A única surpresa durante os jogos poderá ser o time holandês, adversário que a seleção nunca enfrentou.

"Sabemos que elas são altas e atuam como profissionais, mas elas estão com um time novo e não muito entrosado. Assim, podemos nos aproveitar dessa vantagem e talvez conquistar uma vitória", comenta o treinador.
As integrantes da seleção feminina para a etapa de Las Vegas são:

Angélica Gevaerd - SPAC
Ayna Christovam - SPAC
Bruna Lotufo - Bandeirantes RC
Edna Santini - São José RC
Júlia Sardá - Desterro RC
Juliana Esteves - Bandeirantes RC
Karina Godói - São José RC
Maíra Behrendt - SPAC
Maíra da Ros - Desterro RC
Maria Gabriela Ávila - SPAC
Paula Ishibashi - SPAC
Thais Rocha - SPAC


Comissão técnica: José Eduardo (Treinador), Matias Albina (Treinador), Claudia Moreira (Fisioterapeuta) e João Nogueira (Coordenador).

A equipe embarca no dia 7 de Fevereiro para a cidade norte-americana. As meninas jogarão no Star Nursery Fields.

Foto: IRB
Fonte: Confederação Brasileira de Rugby.



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Premiados do Brasil Rugby



CBRU entregou na noite deste domingo, 05.02.2012, os troféus referente aos melhores do Rugby de 2011 no She Rocks, em São Paulo.



Confira os eleitos de 2011:



Melhor atleta Masculino XV

João Luiz da Ros - Desterro RC



Atleta Revelação Masculino XV

Vitor Medeiros - Potiguar RC


Melhor Atleta Masculino 7's

Moisés Duque - São José RC



Atleta Revelação Masculino 7's

André Luiz - SPAC



Melhor Atleta Feminino

Paula Ishibashi - SPAC



Atleta Revelação Feminino

Edna Santini - São José RC



Melhor Atleta Juvenil

Pedro Lopes - FC (Grenoble Rugby - França)



Atleta Revelação Juvenil

Gabriel Domingues - São José RC



Melhor Técnico Super 10

Ignácio Ferreyra - São José RC



Melhor cobertura

Blog do Rugby



Melhor Árbitro

Henrique Platais



Melhor Lance

Tries do Tanque no amistoso do Combinado da América do Sul contra os Pumas, antes da Copa do Mundo, em Agosto de 2011.



Melhor Comentarista

Bruno Romano - BandSports



Benfeitor do Rugby

Jean Marc Etlin



'Espírito de Rugby'

Costão Norte



Árbitro Revelação

Bruno Lisbão



Fair-Play Masculino

BH Rugby



Fair-Play Femino

SPAC Rugby Club



Clube Revelação

Goiânia RC



Empresa incentivadora - Categorias de Base

CCR/Nova Dutra



Empresa incentivadora - Alto Rendimento

Topper



Melhor TCC

Efeitos da crioterapia em níveis de força de potência dos atletas

Autora: Júlia Gross

Orientador: Álvaro Reischak

Instituição: UFRGS



Parabéns a todos e que este prêmio seja sempre um incentivo a todos os atletas brasileiros!!!



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5 de fev. de 2012

VAGAS ESGOTADAS!!!

Imagem: Sofía Pereyra


No próximo final de semana (11 e 12 de fevereiro) acontece o Curso arbitragem Nível I organizado pela Federação Paulista de Rugby e as vagas já esgotaram.
O curso acontece na Escola Alexandre Von Humboldt (Rua Raimundo Pereira de Magalhães, 1.201 - Vila Anastácio) na cidade de São Paulo - SP as 8h30. Os alunos devem ir com traje compatível com prática esportiva (proibida utilização de bermudas, camisetas regata e chinelo) e levar apito de metal.

Particularmente, estou muito feliz com esta notícia isso mostra o quanto está crescendo o rugby!
Boa sorte aos novos árbitros de rugby, pois para o rugby crescer não basta somente de atletas mas de uma estrutura que abrange técnicos, atletas, árbitros, federações, espectadores...!


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3 de fev. de 2012

Prêmio Brasil Rugby

CBRU realizará a cerimônia de entrega dos prêmios dia 05 de fevereiro de 2012 em São Paulo e premiará 22 categorias.

Leia abaixo um pouco sobre as indicadas de 2011.
Bom, não faço parte das meninas indicadas para este prêmio, mas, sinto um friozinho na barriga por elas.

Elas estão lá, representando todas as meninas que amam este esporte, que sonham ser melhores, que sonham ser espelho para as suas novatinhas, que sonham vestir a verde e amarela e defender seu país com um esporte tão dígno!

Claro, estamos falando das meninas, mas, teremos os meninos também, que dentro de seus clubes são espelhos para o time feminino que está engatinhando e querem, também, ser referência em rugby feminino no Brasil.

Confira os indicados de 2011:

Melhor atleta Feminino:
Paula Ishibashi - SPAC
Júlia Sardá - Desterro
Juliana Esteves - Bandeirantes

Atleta Revelação Feminino:
Maíra Behrendt - SPAC
Edna Santini - São José
Karina Godói - São José

Além das escolhas do melhor atleta de Union e Seven masculino e juvenil, revelação masculino e juvenil e, melhor técnico, a Confederação ainda irá escolher:

-Melhor árbitro
-Árbitro Revelação
-Melhor lance de 2011
-Melhor comentarista
-Benfeitor do Rugby Brasileiro
-Espírito de Rugby
-Fair-Play masculino e feminino
-Clube Revelação
-Empresa incentivadora de Rugby, categorias de base e alto rendimento e
-Melhor TCC

Para a imprensa:
Quem quiser cobrir o evento, deve entrar em contato pelo email andressa@zdl.com.br. Neste email o profissional deve encaminhar nome completo, sua função e orgão de imprensa.

Falamos com as indicadas para sabermos um pouco mais do que passa no coração delas, segue as perguntas que fizemos a elas:

Melhores Jogadoras

Paula Harumi Ishibashi, 26 anos, jogadora de SPAC
Joga desde 2000 como half scrum e abertura
EquipeRdC: Como conheceu o rugby? 
Paulinha: Conheci o rugby através dos amigos da escola no ensino médio.
EquipeRdC: Cite um momento importante como jogadora de rugby:
Paulinha: Todos os anos, seja no clube ou na seleção. Cada ano penso que foi uma vitória estar ao lado das pessoas que gosto e que me fazem tão bem!
EquipeRdC: O que mais te motiva a treinar e a se dedicar tanto ao rugby?
Paulinha: É um esporte onde o que você faz individualmente só colabora pra melhorar ainda mais a qualidade coletiva. Eu penso no quanto posso ajudar minha equipe, se estiver fazendo o meu máximo, porque sei que além de mim, outras estão fazendo o mesmo ou até mais.
EquipeRdC: Por ser considerada uma das melhores jogadoras do Brasil, como você encara isto? Que tipo de responsabilidade isto te acarreta?
Paulinha: Não sinto nenhuma responsabilidade. Não devo provar nada a ninguém, a não ser, a mim mesma! Meu maior desafio é tentar ser melhor do que ontem, superar minhas próprias marcas e dificuldades. Os prêmios no rugby, por mais que seja individual, nunca são conquistados sozinhos! Se não tiver um time que te apoie, dentro e fora de campo, nada disto seria possível!

Júlia Albino Sardá, 29 anos, jogadora do Desterro
Joga desde 2004 como abertura, centro ou ponta e, na Seleção, joga de Pilar.
EquipeRdC: Como conheceu o rugby?
Júlia: Fui convidada por uma colega da universidade (Vanessa, também jogadora do Desterro e da Seleção) a participar de um treino depois que ela me ouviu reclamar do jogo de basquete, durante os jogos internos de educação física, que tudo era falta e que eu gostava de esportes de mais contato. Ela me disse que o rugby er ao esporte ideal! Ela estava certa! No primeiro dia me apaixonei pela modalidade.
EquipeRdC: Cite um momento importante como jogadora de rugby:
Júlia: Pelo meu clube, o momento mais especial foi a final do Florípa 7's de 2006. O Desterro perdeu no último segundo do jogo para o SPAC, mas, foi um jogão! Todas as desterrenses se superaram. Eu não mudaria nada daquele jogo, nem o placar. Espero um dia sentir novamente a emoção que senti naquela partida. Outro momento importante foi a vitória na final do Niterói 7's em 2009. Já pela seleção eu lembro do primeiro sulamericano no qual eu realizei meu sonho de criança, que era representar meu país. Acredito que todo torneio, seja pelo clube ou seleção, são especiais, aprendi com todos.
EquipeRdC: O que mais te motiva a treinar e a se dedicar tanto ao rugby?
Júlia: O que mais me motiva é a vontade de representar da melhor forma possível meu clube e a seleção. Não existe sensação melhor do que chegar em um campeonato sabendo que me dediquei ao máximo!

Juliana Esteves Santos, 27 anos, jogadora do Bandeirantes
Joga desde 2009 como pilar.
EquipeRdC: Como conheceu o rugby?
Juliana: Conheci o rugby pelo meu padrinho, que jogou muitos anos, mas, meu primeiro contato com a bola foi após algumas amigas me chamarem para jogar e treinar em um encontro que tivemos num barzinho. Tive curiosidade e felizmente aceitei o convite!
EquipeRdC: Cite um momento importante como jogadora de rugby:
Juliana: Um grande momento foi em Roma, após a vitória contra Alemanha, não sei de onde surgiu, mas, das caixas de som escutávamos o hino Brasileiro! Ficamos todas abraçadas e emocionadas cantando em voz alta com muito orgulho de estar ali, representando nosso país!
EquipeRdC: O que mais te motiva a treinar e a se dedicar tanto pelo rugby?
Juliana: Sinto prazer em treinar e me dedicar, isto, talvez, foi o que me ajudou a aprender mais rápido o esporte. Gosto também do que está além da parte física e que o rugby se destaca em RESPEITAR as companheiras, adversárias e árbitros. Desenvolve a superação, acreditar em si mesma e muita garra. Fora que é um prazer e alegria entrar em campo com minhas companheiras!

Atletas Revelação

Karina Poliana Godoi, 19 anos, jogadora do São José
Joga desde 2009 como pilar.

EquipeRdC: Como conheceu o rugby?
Karina: Meu pai é carteiro e, ao passar pelo Teatrão (campo do São José RC), ele viu um banner chamando novos jogadores para o handeball (mas, era rugby, 'risadas'). Comecei a treinar com os meninos, pois, na época, as meninas treinavam em campo diferente. As pessoas que também se interessaram pelo banner foram aparecendo.. então começamos a treinar. Comecei a ter um sentimento bom pelo esporte, fui conhecendo e só depois fui treinar com o feminino no campinho. Me colocaram pra jogar em um campeonato e, não parei mais, fui crescendo no esporte, ganhando experiência com muito amor e dedicação.
EquipeRdc: Cite um momento importante como jogadora de rugby:
Karina: Recebi o incentivo de muitas pessoas, elas diziam para eu ir em frente, que eu ia crescer muito neste esporte ... neste tempo de dedicação, o apoio dos meus pais, familiares, amigos, clube foi muito importante.. com isto, resolvi participar da seletiva em março de 2011. Depois disto tive a oportunidade de representar o Brasil no torneio Valentin Martinez e conquistamos o 3º lugar! Tive a experiência de jogar em Dubai.. quando fui convocada: UAU! Nunca tinha pensado que chegaria tão longe e jogar um campeonato assim fora do Brasil! Enfim, são tantos momentos...
EquipeRdC: O que mais te motiva a treinar e se dedicar tanto pelo rugby?
Karina: Primeiramente, Deus e Nossa Senhora, acho que um atleta sempre tem o que melhorar e, precisa ter 'cabeça'. Um atleta nunca vive sem dor e, se não tivesse pensamento positivo, já teria desistido! Mas, a paixão pelo esporte me motiva MUITO e me dá energias! Sem treino, sem dedicação, não há crescimento, não há aprendizado. Quando você pensa que não vai treinar, você também pensa que não vai evoluir no que almeja. Enfim, minha maior dedicação é o gostar! Gosto do que faço.. é minha paixão! Se hoje consegui tudo isto, é porque faço tudo com muito amor e dedicação!

Edna Santini, 19 anos, jogadora do São José
Joga desde 2003 como half, abertura ou ponta. 
EquipeRdC: Como conheceu o rugby? 
Edna: Vendo a equipe do Sanja treinando na frente da minha casa! 
EquipeRdC: Cite um momento importante como jogadora de rugby: 
Edna: Valentin Martinez em 2011. Último jogo contra o Uruguai C, havia 6 meninas pra jogar, uma delas com o joelho ruim, eu, com muita dor por conta de uma lesão e bem cansada, já havia perdido todos os outros jogos, eu não tinha forças nem para aquecer... mas ai, quando olhei em volta e vi 4 meninas machucadas com vontade de estar dentro de campo, tirei forças de dentro do coração!! Bateu um sentimento que minha missão naquele torneio não tinha acabado e então dei tudo, ainda mais, de mim! Sai deste jogo carregada mas, com sentimento de dever cumprido! Foi um dos nossos melhores jogos e eu marquei 3 tries! Dediquei aquelas meninas e ao meu treinador, que disse que eu tinha muita força dentro de mim e que conseguiria jogar! Foi um dos melhores momentos e não podíamos terminar este torneio sem nenhuma vitória. Foi uma vitória para a honra do time! 
EquipeRdC: O que mais te motiva a treinar e se dedicar tanto pelo rugby? 
Edna: O que mais me motiva é o Amor que tenho pelo rugby, pelo mue clube e por todos aqueles que jogam rugby. Fiz muitos amigos, aprendi, cresci muito depois que entrei no esporte e, é claro, a vontade de poder representar o Brasil, vestindo a amarelinha e dando o meu melhor!
 
Maira Bravo Behrendt, 21 anos, jogadora do SPAC
Joga desde 2008 como hoocker e centro.
EquipeRdC: Como conheceu o rugby?
Maíra: Através de uma amiga.
EquipeRdC: Cite um momento importante como jogadora de rugby:
Maíra: Difícil decidir, são tantos! Talvez o meu primeiro jogo pela seleção brasileira.
EquipeRdC: O que mais te motiva a treinar e a se dedicar tanto pelo rugby?
Maíra: Fé! Fé no potencial que este esporte tem aqui no Brasil, principalmente no feminino.
EquipeRdC: como se sentiu ao receber a indicação?
Maíra: Fiquei super lisonjeada e surpresa! Não esperava...



Parabéns meninas e as pessoas que acreditam no rugby brasileiro!!!!!


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1 de fev. de 2012

Seleção Brasileira no Circuito Mundial de Sevens

SELEÇÃO BRASILEIRA FEMININA É CONVIDADA PARA MAIS DUAS ETAPAS DO CIRCUITO MUNDIAL DE SEVENS

 

A Seleção Brasileira Feminina foi convidada para participar de mais duas etapas do circuito mundial de sevens, que começou em Dubai, em Dezembro. As brasileiras disputarão as etapas de Hong Kong, em março e a do Reino Unido, em maio.

Esta é uma grande conquista para o rugby brasileiro e demonstra a confiança do IRB no trabalho que vem sendo realizado pela CBRu. De acordo com Sami Arap, Presidente da entidade, “o IRB conhece o trabalho executado com o alto-rendimento do rugby feminino brasileiro e em função da participação em etapas passadas, surgem novos convites como este, o que nos honra bastante.”

Para João Nogueira, Superintendente da CBRu e Coordenador da Seleção Feminina, “cada vez mais temos melhorado nosso desempenho em nível internacional, para além da América do Sul. É com grande satisfação que recebemos o convite, prova de confiança em nosso trabalho.”

A Seleção Brasileira Feminina embarca para Las Vegas/EUA na próxima semana, para mais uma etapa do Circuito Mundial. A Seleção está no grupo ‘B’, com Canadá, Holanda e EUA (B). Antes disso haverá treinamento neste fim-de-semana no CT da CBRu em São José dos Campos/SP.

Fonte: www.desdeingoal.com.br


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Seleções de Sevens treinam para Circuito Mundial de Rugby em Las Vegas

Equipes masculina e feminina já estão convocadas e motivadas para representar bem o Brasil na maior competição da modalidade

São Paulo (SP) - As seleções brasileiras masculina e feminina de rugby sevens se reúnem neste fim de semana (4 e 5) no Centro de Treinamento da CBRu, em São José dos Campos (SP), para os últimos acertos da preparação para a quinta etapa do Circuito Mundial, que será realizada em Las Vegas, nos Estados Unidos, nos dias 11 e 12 de fevereiro.

A seleção masculina teve duas alterações no elenco que participou dos campeonatos no início de janeiro: entram Diogo Borges e Rafael Dawailibi, saem Eduardo Garcia e João Luiz da Ros. O treinador Maurício Coelho espera corrigir alguns erros e aproveitar ao máximo a estreia dos rapazes no Circuito, que é a maior competição da modalidade.

"O treinamento irá focar os fundamentos que identificamos como falhos durante os torneios de Punta e Viña. Teremos um torneio muito duro pela frente, mas vale ressaltar que todo o grupo está muito motivado para esta experiência. Teremos a oportunidade de aprender bastante e extrair muitas coisas boas para o crescimento do nível de jogo de sevens do Brasil", afirma o técnico.

Os convocados do técnico Maurício Coelho para o torneio são:
Daniel Gregg - Niterói RFC
Diego Lopez - Pasteur AC
Diogo Borges - São José RC
Eduardo Melotto - Curitiba RC
Elpídio Sgobbi - São José RC
Felipe Claro - SPAC
Gustavo Albuquerque - Curitiba RC
Jefferson Silva - São José RC
Julián Menutti - Bandeirantes RC
Pedro Rosa - Bandeirantes RC
Rafael Dawailibi - São José RC
Túlio Fiore - São José RC

Comissão Técnica: Maurício Coelho (Treinador), Martín Schusterman (Treinador), Jean-Marc Volland (Fisioterapeuta) e Dr. Gustavo Bornholdt (Médico)

Seleção feminina já estuda adversárias - A equipe feminina participou da terceira etapa do Circuito Mundial, realizada em dezembro em Dubai (Emirados Árabes Unidos), e agora está motivada para enfrentar Canadá, Holanda e EUA ‘B’, concorrentes no Grupo B.

Segundo o treinador José Eduardo, o Brasil vem melhorando gradualmente nos jogos contra as canadenses. Já o time norte-americano, apesar de um porte atlético e ser bastante veloz, não é a equipe principal, o que representa uma ‘pequena’ vantagem para as brasileiras. A única surpresa durante os jogos poderá ser o time holandês, adversário que a seleção nunca enfrentou.

"Sabemos que elas são altas e atuam como profissionais, mas elas estão com um time novo e não muito entrosado. Assim, podemos nos aproveitar dessa vantagem e talvez conquistar uma vitória", comenta o treinador.

As integrantes da seleção feminina para a etapa de Las Vegas são:
Angélica Gevaerd - SPAC
Ayna Christovam - SPAC
Bruna Lotufo - Bandeirantes RC
Edna Santini - São José RC
Júlia Sardá - Desterro RC
Juliana Esteves - Bandeirantes RC
Karina Godói - São José RC
Maíra Behrendt - SPAC
Maíra da Ros - Desterro RC
Maria Gabriela Ávila - SPAC
Paula Ishibashi - SPAC
Thais Rocha - SPAC

Comissão técnica: José Eduardo (Treinador), Matias Albina (Treinador), Claudia Moreira (Fisioterapeuta), Dr. Gustavo Bornholdt (Médico) e João Nogueira (Manager).

As duas equipes embarcam no dia 7 de Fevereiro para a cidade norte-americana. As meninas jogam no Star Nursery Fields, campo adjacente ao Sam Boyd Stadium, local das partidas da chave masculina. 
 
Fonte: ZDL

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