1 de nov. de 2011

Últimos dias para inscrição do Lions 2011

LIONS RUGBY 7S 

ÚLTIMOS DIAS PARA CONFIRMAR PRESENÇA NO LIONS

As equipes que jogaram o LIONS RUGBY 7s 2010, têm até o dia 04 de novembro para confirmar sua inscrição na edição 2011. Após esta data não haverá mais prioridade de inscrição para estas equipes e os clubes que estão na lista de espera poderão realizar suas inscrições.
Para informações escreva para lions@spacrugby.com.br  
Atenciosamente,
LIONS RUGBY 7s 2011


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Calcinhas verdes e amarelas


Tempos de jogos panamericanos trouxeram pro nosso dia-a-dia e pra página inicial dos portais de notícias um tsunami de imagens em verde e amarelo e chamadas do tipo "Conheça X, a grande aposta do Brasil na modalidade Y". Apesar de infelizmente ainda não termos contado com rugby feminino na última edição dos jogos panamericanos, estamos também a apenas uma semana de um outro torneio internacional sulamericano em que o Brasil estará fortemente representado não somente por clubes, mas também por sua seleção: o Valentín Martínez, que acontecerá no final de semana dos dias 5 e 6 de novembro, no Uruguai. Divulgamos aqui no blog semana passada a lista das 12 convocadas pela seleção, composta por alguns nomes já bem conhecidos e outros não muito conhecidos, mas de igual valor. E se nós, como brasileiras, temos comemorado as medalhas das nossas meninas do vôlei, handball, nado sincronizado (?) e afins, o mínimo que podemos fazer enquanto rugbiers brasileiras é saber quem, afinal, nos representará no Valentín.
Estas meninas não são apenas as "doze melhores" entre todas as praticantes de um esporte no país, muito menos uma imagem blurry em verde e amarelo de um grupo unido por um mesmo objetivo: estas são as meninas que, todos os dias, orientam escolhas em nome de um sonho que não é individual delas, e que também não se restringe ao clube a que cada uma pertence. Estas são as meninas que trocam todos os dias o pãozinho na chapa de manhã por um café da manhã de whey protein. Estas são as meninas que vem, há meses, trocando as baladas de sexta e sábado por dormir cedo pra poder render melhor na academia no dia seguinte. Estas são as meninas que, no mínimo um final de semana por mês, deixam de lado tudo que é querido para a grande maioria de nós (família, filhos, namorado(a), amigos de fora) para ficarem 100% focadas na catarse de atividades que são os treinos da seleção. Cada uma destas meninas certamente merece a "amarelinha" (como disse a Julia Sardá em uma conversa que contarei no blog em um outro momento) mesmo que seja só por ter aprendido e entendido que fazer parte da tal "seleção" é, antes de ser uma escolha do treinador ou da comissão técnica, resultado das pequenas (grandes) escolhas feitas por cada uma delas todos os dias. Por essas e tantas outras razões que não caberiam em um post, vale a tentativa de trazer pro Rugby de Calcinha um pouco de cada uma dessas meninas que tem em comum conosco muito mais do que a coincidência de terem nascido no mesmo país. Não dá pra garantir que todas elas vão conseguir tirar um tempinho da agenda de piques + academia + treinos + concentração pra responder às perguntas, mas vale a tentativa! E, pelo menos uma vez, não vão precisar responder àquelas perguntas do tipo "o-seu-namorado-não-liga-pros-seus-hematomas?".

Começando pela Paulinha, que já é figurinha conhecida aqui no blog e já deu entrevista em outras ocasiões, e dessa vez vai jogar pela seleção com a responsa de ser capitã. Se quiser saber mais sobre ela, curta a página de atleta dela no Facebook (
https://www.facebook.com/pages/Paula-Ishibashi/218507024879093) ou siga @p_ishibashi.

RdC: Paulinha, diante do seu extenso histórico de participação nas conquistas da seleção é evidente que foi criado um vínculo muito forte entre você e as meninas que são desse grupo desde o início. Para o Valentin agora vão muitas meninas que estão sendo convocadas pela primeira vez, e você será capitã. Como é para você essa experiência de jogar ao lado dessas meninas que são ótimas promessas para o futuro, essa “nova geração” da seleção, contrapondo com as tantas vezes em que você jogou ao lado de rostos já bem conhecidos?
P: É uma grande responsabilidade, mas antes de tudo, um grande prazer. É um grupo muito dedicado e comprometido, então, fica fácil cumprir minha parte com elas. Todas fazem parte do trabalho que temos feito durante esses anos, na parte da preparação física, técnica, psicológica. Umas com mais "bagagem" outras mais novas, porém, todas com o mesmo foco e sentimento de união entre o grupo. Essa experiência de liderar um grupo renovado, só tem a acrescentar a minha vida no rugby e na vida pessoal também. Estamos confiantes e felizes por todas as oportunidades que tem surgido ao rugby feminino brasileiro, e o Valentin Martinez é só o começo.
RdC: O rugby tem crescido a passos largos no país e o próprio grupo de alto rendimento veio passando por mudanças profundas nos últimos tempos que vem exigindo uma mudança de postura por parte de todas as integrantes, uma “transformação” de jogadoras em atletas que provoca uma série de mudanças em estilo de vida, peso da dedicação de cada uma etc. Essa “vida de atleta” sempre foi natural pra vc? Ou, se não foi, qual foi aquele momento em que você parou e pensou “puts, é isso que eu quero pra mim”?
P: A mudança foi acontecendo a medida que só a força de vontade já não era o suficiente. Era necessário abrir mão de eventos, família, namorado, amigos porque o volume de treinos aumentou e o nível de competição também. Jogar grandes competições com seleções super famosas. Era tudo o que eu e muitas outras sonhavam, então, porque não viver esse sonho de forma real? Para isso, foi necessário trabalhar muito a parte mental, porque o comprometimento envolve perfil de atleta, e ser atleta não é tão simples. Acredito que ainda não temos um perfil de atleta, assim como as modalidades da natação, vôlei, ginástica olímpica, porque as horas de dedicação aos treinos deles, é bem mais intensa e diferente da nossa. Ainda assim, muita coisa mudou e é visível que muitas meninas mudaram seus hábitos e iniciaram um processo de comprometimento muito maior, pois os níveis de competição lá fora, exigem bastante e sabemos que o Brasil tem potencial para isso, portanto, não existe uma receita do sucesso e sim muita dedicação dentro e fora de campo em tudo que envolva perfil de atleta, seja nos treinos/competições/jogos ou no perfil social.
RdC: Independente de exercer a função de capitã agora dentro desse grupo de convocadas para o Valentin, você sempre foi uma atleta referência para todas as meninas que jogam ao seu lado. Eu, particularmente, tenho o privilégio de estar com você em treinos do SPAC e é curioso observar que você parece não cansar nunca (risos). No entanto, todas temos altos e baixos, momentos de desânimo e aqueles momentos em que parece que não dá mais, que chegamos no limite (quando você dá aqueles piques crazy ou está naquele último fôlego dentro de campo). Nessas horas, o que te vem à cabeça e te mantem em pé, qual o pensamento que te dá aquela força pra não desistir, pra continuar além do que vc imaginou que fosse seu limite?
P: O que me dá forças, é ver que outra menina do time também está dando o máximo dela e que embora uma esteja "morta" a outra está sempre zelando pelo sucesso da equipe, e vai dar o máximo dela também, quando vc não estiver mais aguentando. A força vem em várias formas. É olhar no olho da amiga de time, e ver o quanto ela acredita em você, olhar para o banco de reservas e ver que tem gente não se aguentando de vontade de entrar em campo, lembranças que vêm a cabeça como se fosse um filme em retrospectiva, que passa rapidamente na sua cabeça, como se fosse a seleção dos momentos vividos no rugby que te levaram até aquele momento. São esses detalhes que fazem toda a diferença, com certeza. Todo time passa por dificuldades, altos e baixos, vitórias e derrotas. Isso tudo se transforma em força que vem da mente, e essa, ninguém consegue combater. Como costumamos dizer: Eu amo Rugby!rs...isso explica melhor que tudo!
RdC: Você já jogou o torneio diversas vezes, pelo SPAC. Como você descreveria a diferença entre a paixão de jogar pelo seu clube e de jogar pela seleção representando o Brasil?
P: O frio na barriga que sinto jogando pelo SPAC é diferente quando jogo pela seleção. Ainda que a seleção represente o ponto máximo de um atleta, jogar pelo clube é algo que mexe com a sentimento de forma incrível. Sinto que fico muito mais ansiosa quando jogo pelo meu clube. A ansiedade que sinto quando jogo pela seleção, é outra. Não sei explicar, mas são diferentes, embora muitos sentimentos são bem parecidos como o orgulho de vestir a camisa, a garra, a emoção de entrar em campo, etc. Ainda assim, é diferente!!!rsrs...A seleção é uma família nova, porém, muito unida também. Passa pelas situações vividas assim como nos clubes, tudo é vivido intensamente, porque são só aqueles dias, semanas. São lembranças que ficam para a vida inteira, com certeza. O clube é nossa casa, onde convivemos durante o ano todo, é a nossa família com quem discutimos, choramos, damos risadas...é onde tudo dá errado num dia e no outro tudo dá certo!Não sei explicar, mas ainda que sejam sentimentos diferentes, o amor é incondicional.
RdC: E já que falei dessa “abstração”, bom... você esteve em todas as conquistas de sulamericano da seleção, já rodou o mundo jogando, foi campeã brasileira pelo SPAC diversas vezes, eleita melhor jogadora outras tantas vezes... e agora? Qual o próximo sonho seu, individual, no rugby? E qual o sonho PARA o rugby?
P: Meu objetivo é seguir jogando rugby enquanto meu estilo de vida permitir. Hoje eu só estudo e jogo rugby, larguei o trabalho para me dedicar mais ao esporte, porém, estudo a noite o que limitou bastante meus treinos durante a semana com o clube. Mas ao mesmo tempo, descobri que podia ser uma pessoa mais comprometida com a academia, por exemplo, coisa que eu era pouco dedicada, até porque malhar não é uma atividade que eu amo de paixão...rs, mas de ajudou a superar limites que eu achava que já tinham chegado ao fim. Quero fazer parte da seleção enquanto meu perfil for adequado á equipe, e quero servir ao meu clube enquanto meus ossos aguentarem!rs...vou viver rugby mesmo que não seja jogando dentro de campo, porque essa paixão já está fincada no peito e não tem mais como fugir. Não vou dizer aqui, que me vejo lá nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, mas quero muito que até lá eu esteja dentro do perfil adequado para servir a seleção em 100% do meu potencial, porque se não for á 100% creio que não ficaria satisfeita comigo mesma. Portanto, meu objetivo por enquanto, é tudo o que vier pela frente!rs...aproveitar ao máximo, sempre.

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31 de out. de 2011

Resultados do Campeonato Paranaense de Rugby

As meninas do Curitiba Rugby conquistaram a Taça John Swann, válida pelo Paranaense de Rugby 2011, classificatória para o Brasileiro da modalidade a ser disputado no mês de dezembro no Estado de São Paulo.

Times do CRC juntos com os TroféusTimes do CRC juntos com os Troféus

A conquista do feminino vem premiar o trabalho sério realizado pelo clube com muitas atletas ainda bastante jovens, na faixa dos 15 e 16 anos e conquistaram em sua maioria, seu primeiro título de rugby.

Veja os resultados:
SÁBADO:
fem - CRC 26 X 00 Urutau
masc- CRC 41 X 00 Cascavel
M19- CRC 36 X 00 Hawks Maringá
masc - CRC 48 X 00 Londrina A
M19- CRC 33 X 05 Cianorte
fem - CRC 19 X 00 Hawks Maringá
fem- CRC 45 X 00 Londrina
masc - CRC 31 X 00 Londrina B

DOMINGO
fem - CRC 31 X 00 Hawks Maringá
M19 - CRC 51 X 05 Cianorte
masc- CRC 12 X 05 Londrina B
fem- CRC 19 X 00 Londrina
M19 - CRC 43 X 00 Hawks Maringá - CAMPEÃO
fem- CRC 07 X 00 Urutau - CAMPEÃO
masc - CRC 20 X 05 Cascavel - CAMPEÃO

Toda a família CRC agradece o apoio dos patrocinadores, apoiadores, aos pais dos atletas e à organização da Federação Paranaense e do Hawks Maringá Rugby que fizeram um grande torneio, muito organizado e de grande nível técnico.

Veja fotos do torneio em  AQUI

Matéria publicada no site do Curitiba Rugby

Meninas do CRC são destaque em torneio



Elas são belas. Mas não são só belas. Elas são feras. Mas não somente feras. O time feminino do UniBrasil/Curitiba Rugby Clube é composto por garotas comprometidas, que estão levando o rugby a sério e começam a colher os primeiros frutos do seu trabalho, empenho e dedicação ainda este ano.

Após passar por intenso trabalho de reformulação, o departamento feminino do CRC passou um bom período com poucas garotas. Aos poucos e mais uma vez contando com a inestimável colaboração do bom e velho Lalo, um dos fundadores do clube, uma lenda viva do rugby não só paranaense como da Província de Tucuman onde nasceu e cresceu jogando rugby, o time foi sendo montado, moldado e lapidado com os fundamentos do jogo.
 

Lalo ajudou a incutir nas meninas não só o jogo em si, mas seus princípios, sua ética e a disciplina de quem quer jogar a sério. Então o extremamente jovem time curitibano, com várias garotas advindas do Projeto VOR - Vivendo o Rugby - passou a crescer, a se encorpar e as meninas, em sua maioria com não mais do que 16 anos foi perdendo seus medos, seus receios e pouco a pouco vencendo as adversárias e conquistando a todos que as vêem jogar.

Em Maringá com uma campanha invicta levantaram o 1º troféu da Nova Geração do feminino do CRC. Uma geração que conta com a ajuda do atleta Gustavo Rambo, com a ajuda da sempre solícita Leka e com o Mestre Lalo sempre ao lado das meninas. Um mestre que ontem não conseguia conter a emoção em ver a capitã do time, sua linda filha Rafaela levantar o troféu de Campeão Paranaense de Rugby 7´s carregando o nome daquele que fora seu tão grande amigo e coincidentemente padrinho da Rafa: John Swann.


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Os Estados Brasileiros e o Rugby

Você sabia que temos Rugby em Brasília e que, em 2012, o Brasília Rugby completará 10 anos???

Na foto abaixo as meninas do Brasília Rugby apresentam a nova geração do time feminino. 

"Começamos a treinar para juntar meninas em junho de 2010" Comentou a Bianca Ferreira, capitã do Brasília Rugby. Ela contou com a ajuda das companheiras de equipe: Ellen Mello e Cynthia Menezes: "Depois de um ano, estamos com 8 meninas fixas e no último treino tivemos 11 meninas treinando!!"

Ver o Rugby crescer em todos os estados brasileiros é muito bacana!
Que o Espírito de Rugby seja a 'bíblia' de vocês e que este grupo cresça cada vez mais!!!

Legenda:
(Da esquerda para direita em pé) Camila Civatti (visitante do Atlântico Sul), Natália Oliveira, Ellen Mello, Luciana Cavalcante, Klayny Rafaela Magalhães, Cynthia Menezes, Isabel Teixeira.
(Da esquerda para direita abaixadas) Kaline Dias, Raissa Brandão, Bianca Ferreira e Lais Medeiros.











Horários de Treinos:


Terça-feira às 19h30 e Quinta-feira às 21h00 | Parque da Cidade | Campo anexo ao Estacionamento 6 (próximo a saída para o Sudoeste). 

Sábados às 15h00 | Treinos para Novatos, Juvenis e Feminino | HRAS (Hospital Regional da Asa Sul), 608 Sul e,
às 16h00 | Treino Adulto | HRAS (Hospital Regional da Asa Sul).

Meninas de Brasília: Nós do RdC desejamos muitas conquistas ovaladas e, vamos treinar e jogar sempre com muito amor e respeito a todos (adversários, coachs, árbitros e companheiros de equipe). No rugby encontramos parceiros que levaremos pro resto da vida!

Contem com a gente!!!


Renata Martinez


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30 de out. de 2011

Jogos Panamericanos de 2015 terão rugby feminino!


Para quem já está com saudades do rugby no pan, uma ótima notícia! Em 2015 tem mais e, melhor, os Jogos Panamericanos de 2015 terão rugby feminino! Os jogos serão disputados em Toronto, no Canadá, e a entrada do rugby feminino promete ser a grande novidade da edição.

Alguém aí também sente cheiro de medalha de ouro?

Fonte: Blog do Rugby

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29 de out. de 2011

Não só a gente do RdC vê a beleza dos jogadores...

Acabei de ver a reportagem no R7 falando do rugby. Tudo bem, fugiu quase completamente o esporte como assunto, mas tá valendo. A matéria fala da beleza dos jogadores e o interesse das novas "maria-chuteiras" atrás dos músculos ma-ra-vi-lho-sos que os rugbiers têm. Por isso, nada mais que verdadeira aquela propaganda da Topper com aquela mulher que "sempre adorou RÃBIGUI"...

Aqui está a matéria:

Rúgbi do Pan tem música de balada e “periguetes” em busca de fortões

Som ensurdecedor ajuda a deixar arquibancada um ótimo local para a azaração

"Ao chegar ao estádio neste sábado (29) para acompanhar as partidas do Brasil no rúgbi nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, a reportagem do R7 foi surpreendida por um carro com quatro bonitas e arrumadas mulheres mexicanas, com idade aproximada de 30 anos. Elas pararam para pedir informação ao motorista sobre onde eram as competições. Ao verem o carro com credenciais da organização do Pan, ficaram alvoroçadas, apontando para este repórter. 

- Ele é jogador? De que país? Podemos tirar uma foto dele?

Com a máquina fotográfica já para fora do carro, elas receberam do motorista a informação de que não se tratava de jogador algum, mas sim um jornalista do Brasil. Um sonoro “Aaaahhhh” de lamentação saiu das quatro ocupantes do carro.

Já dentro do estádio, a reportagem do R7 perguntou às moças por que estavam indo ao local ver um jogo tão masculino? Uma delas respondeu rapidamente:
- Queremos tirar fotos com os jogadores. Geralmente eles são fortões e bonitos.

Dentro do estádio, elas não eram as únicas com esse objetivo. Muitas mulheres estavam na arquibancada assistindo a várias partidas, inclusive a derrota do Brasil para o Canadá, por 45 a 0.

Outro ponto peculiar do rúgbi é o som. Nos Jogos Pan-Americanos, a canção mais ouvida é “Bajo el Mismo Sol”, de Alejandro Fernández, a música oficial do evento. Intercalam-se com ela canções instrumentais e, em alguns locais, trilhas mais populares, mas nesses casos em volume baixo. No rúgbi, não. Tudo é ensurdecedor.

Um clima de balada está estabelecido nas arquibancadas. Uma dezenas de alto-falantes em volume incrível estão localizados a cerca de 5 m dos torcedores. Rock pesado, hip hop e rap são os estilos prediletos, e muitas pessoas caem na dança antes e durante as partidas, como a torcedora Magda Sanchez.

- Acho que o clima está ótimo. A música é boa e dá até para dançar. É bom, porque aqui as pessoas são mais novas do que em outras competições.

O clima é de azaração, mas as competições de rúgbi no Pan duram apenas dois dias. Para quem quer se dar bem, é melhor correr.
"
 
Mas as namoradas dos meninos da nossa seleção não se preocupem: as mulheres mexicanas não são lá essas coisas. hehehe
Mas uma dica pro R7: favor se informarem antes sobre o esporte para, assim, escrever sobre ele, né? Senão sai muito do foco e faz uma matéria com "periguete" no título. Apelação? IMAGINA!!!



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Pan: Transmissão desse sábado

O jogador da seleção brasileira, Diego Lopez, publicou na sua página do Facebook que a Record não confirmou oficialmente a transmissão, porém a Record News irá passar todos no domingo e alguns do sábado.

O site Terra está fazendo uma bela cobertura e hoje transmitirá ao vivo 12 jogos.


http://esportes.terra.com.br/rumo-a-2012/pan-americano-guadalajara-2011/ 


Confirme os horários na programação:

http://esportes.terra.com.br/rumo-a-2012/pan-americano-guadalajara-2011/eventos-do-dia/

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