15 de mai. de 2012

Seleção feminina termina em 12º lugar na última etapa do Circuito Mundial em Londres

Única representante da América do Sul, seleção brasileira mostra bom desempenho.

 

A seleção feminina de rugby disputou neste fim de semana (12 e 13) a nona e última etapa do Circuito Mundial de Rugby Sevens Feminino (IRB Womens Sevens Challange Cup), em Londres, na Inglaterra. O Brasil terminou na 12ª colocação. A campeã do torneio foi a Inglaterra.

"As brasileiras foram as únicas representantes da América do Sul no torneio. Participaram de quatro das nove etapas (Dubai, Las Vegas, Hong Kong e Londres) e chegaram a conquistar o quinto lugar na passagem do Circuito pelos Estados Unidos, vencendo times tradicionais como as seleções canadense e norte-americana. Nota-se que odesempenho está melhorando gradativamente e o nosso foco é o desenvolvimento a longo prazo, para 2016. Neste ano a equipe já conquistou o octacampeonato sul-americano e permanece invicta no continente. Trabalhando de forma planejada, certamente chegaremos ao Rio de Janeiro com uma equipe extremamente competitiva e pronta para se tornar uma das principais potências na modalidade", analisa Sami Arap Sobrinho, presidente da Confederação Brasileira de Rugby (CBRu).

Em Londres, na fase inicial, o Brasil caiu no grupo A, ao lado de Inglaterra, África do Sul e Cazaquistão. Na estreia contra as sul-africanas, as tupis fizeram um bom primeiro tempo, mas acabaram derrotadas na segunda etapa por 28 a 17. Diante das donas da casa, placar de 41 a 0 para as inglesas. Na última partida do sábado (12), vitória brasileira por 21 a 14 sobre o Cazaquistão.

No domingo (13), pelas semifinais da Taça Bronze, as chinesas superaram as Tupis por 33 a 14. Com a derrota, o Brasil enfrentou novamente o Cazaquistão, na disputa pelo 11º lugar. Porém, as cazaques conseguiram uma revanche e venceram por 19 a 17.

A seleção brasileira que participou da etapa de Londres era formada por:
Angélica Gevaerd - SPAC
Ayna Christovam - SPAC
Bárbara Rodrigues Santiago - Niterói RFC
Beatriz Pereira da Silva - Desterro RC
Júlia Albino Sardá - Desterro RC
Juliana Esteves Santos - Bandeirantes RC
Maíra Bravo Behrendt - SPAC
Maíra Magdaleno da Ros - Desterro RC
Mariana Barbosa Ramalho - SPAC
Paula Harumi Ishibashi - SPAC
Vanessa das Chagas - Desterro RC
Vanessa Gardellim - São José RC


Fonte: CBRu
 


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13 de mai. de 2012

FELIZ DIA DAS MÃES

 Foto: Maria Gaivão (Escolinha de Rugby da Galiza)


 Foto: Abril de 2004, Torneio de Seven em Varginha – Liam Carey e sua mãe (SITE BH RUGBY)


Pequenas coisas


Elas são o nosso primeiro elo com o mundo e nos guiam sem precisar pagar por isso!
Elas vêm em vários tamanhos, várias cores, vários traços...
Elas são a nossa torcida, apoio, força, fortaleza, aconchego...
Elas são amigas, confidentes, chatas, brigonas, choronas e alegres sempre quando precisam ser!
Elas sentem tudo o que sentimos mesmo estando longe!
Se ganhamos elas choram, nos abraçam... se perdemos elas também choram e claro nos abraçam... como se cada conquista ou derrota nossa transformasse não somente a nossa vida mas também a delas!
É engraçado como uma pessoa pode ser tão apaixonada, dedicada, fiel, linda e completa ao mesmo tempo!
Mãe obrigada por você fazer parte de mim, da minha vida e principalmente por ser MINHA MÃE... A MELHOR MÃE DO MUNDO!!!!


EU TE AMO!!!


Texto: Annajô Mauriz =D hehehehe


UM MARAVILHOSO DIA DAS MÃE PARA TODAS AS MAMÃES DOS RUGBIERS E AS MAMÃES RUGBIERS!!!!


 Fotos: Teresina/AABB Rugby Dia das Mães


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9 de mai. de 2012

Exposição de rugby em São Paulo

A Cultura Inglesa, marca constante nas ações de rugby no país, promoverá uma exposição gratuita sobre esportes ingleses como rugby, críquete e tênis. Este é um dos eventos programados para o 16°Cultura Inglesa Festival .

Essa ação tem como objetivo mostrar para os brasileiros as origens dos desportos famosos no país da rainha Elisabeth. Mas, somando-se aos resultados, teremos uma ótima divulgação do rugby junto às massas mais populares de São Paulo.

Corínthians-Itaquera, da linha 3-Vermelha localizada na zona leste da capital paulista, foi a estação escolhida. Em horário de pico tem capacidade para cerca de 60 mil pessoas. A exposição terá seu horário de acordo com o funcionamento do metrô.

Esta é mais uma ação da Cultura Inglesa ligada ao esporte, que já promoveu campeonatos de tag rugby para o público infantil.

Serviço
Data: de 25/05 a 30/06


Horário: 4h40 às 00h19 (o mesmo do funcionamento da estação)

Local: Estacão Corinthians-Itaquera - Linha 3 Vermelha - São Paulo - SP

Entrada gratuita para usuários do metrô


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CBRu lança o Super Sevens - Circuito Brasileiro de Rugby Sevens Feminino

Iniciativa visa divulgar a modalidade olímpica e auxiliar o fortalecimento das equipes femininas

Aproveitando o sucesso da seleção brasileira feminina em torneios internacionais, a Confederação Brasileira de Rugby (CBRu) lançou oficialmente o Circuito Brasileiro de Rugby Sevens Feminino, denominado "Super Sevens". O objetivo é divulgar a modalidade olímpica, aumentar o número de praticantes do sexo feminino e fortalecer o crescimento das equipes nacionais, incentivando o intercâmbio com times de outros Estados e enriquecendo o sistema de jogo das atletas.

"O rugby feminino vem crescendo no mundo e ficamos honrados da modalidade ter sido muito bem aceita pelas atletas brasileiras. Hoje temos uma seleção nacional que foi oito vezes campeã sul-americana de forma consecutiva e é a única representante regional em etapas do Circuito Mundial, competição que conta com a presença das melhores equipes do mundo. Podemos evoluir e alcançar resultados ainda melhores. Para tanto, vamos premiar os clubes femininos com uma competição nacional de alto nível. Quanto mais jogarem entre si, mais fortes se tornarão", comenta Sami Arap Sobrinho, presidente da CBRu.

Em 2012, o Super Sevens será realizado em cinco etapas mensais. Cada etapa será sediada por uma equipe com apoio e supervisão da federação estadual. Participarão da competição as seis primeiras colocadas no Brasil Sevens 2011 (Campeonato Brasileiro de Rugby Sevens), além de outras quatro equipes convidadas de comum acordo entre a CBRu e a federação estadual local. Quanto mais recursos, incentivos e patrocínios a CBRu obtiver, maior, melhor e mais forte se tornará o Super Sevens.

O Super Sevens será disputado inicialmente pelas equipes pré-classificadas do SPAC (SP), Niterói (RJ), Desterro (SC), Charrua (RS), São José (SP) e Bandeirantes (SP). Cada equipe poderá inscrever até 10 atletas em cada etapa. O calendário será:

São José dos Campos (SP) - 30 de Junho e 1º de Julho
Organizador: São José Rugby Clube - Federação Paulista de Rugby

Porto Alegre (RS) - 28 e 29 de Julho de 2012
Organizador: Charrua Rugby Clube - Federação Gaúcha de Rugby

Niterói (RJ) - 18 e 19 de Agosto de 2012
Organizador: Niterói Rugby Football Clube - Federação Fluminense de Rugby

Florianópolis (SC) - 22 e 23 de Setembro de 2012
Organizador: Desterro Rugby - Federação Catarinense de Rugby

São Paulo (SP) - 20 e 21 de Outubro de 2012
Organizador: São Paulo Athletic Club (SPAC) - Federação Paulista de Rugby

Formato da disputa - As equipes serão divididas em dois grupos, observada a seguinte ordem de classificação:

Grupo A: 1, 4, 6, 7, 10
Grupo B: 2, 3, 5, 8, 9

Para montagem dos grupos foi considerada a ordem de classificação final dos participantes no Brasil Sevens 2011. A partir da segunda etapa, será considerada a ordem de classificação final da etapa anterior para montagem de tabela. A CBRu e a federação estadual local também indicarão, em conjunto, após análise técnica considerando o histórico das equipes, em qual posição cada uma das convidadas deverá entrar na tabela, de 7ª a 10ª colocadas. Na ausência de equipes locais, equipes de outros estados poderão ser convidadas a participar de uma ou mais etapas do Super Sevens.

Na fase de classificação todas as equipes jogam entre si dentro dos grupos. As duas equipes melhores colocadas de cada grupo fazem as semifinais da Taça de Ouro. As equipes colocadas em 3º e 4º de cada grupo fazem as semifinais da Taça de Prata. As últimas colocadas de cada grupo fazem a final da Taça de Bronze.

Todos os jogos serão disputados em dois tempos de sete minutos com dois minutos de intervalo, com exceção da final da Taça de Ouro, que terá dois tempos de 10 minutos com três minutos de intervalo.

Durante a fase de grupos, as partidas terão as seguintes pontuações: vitória - 2 pontos; empate - 1 ponto; derrota - 0 ponto. A classificação geral do Super Sevens será determinada de acordo com a pontuação somada ao longo das cinco etapas, respeitando a seguinte ordem:

1º colocado - 20 pontos
2º colocado - 15 pontos
3º colocado - 12 pontos
4º colocado - 10 pontos
5º colocado - 8 pontos
6º colocado - 6 pontos
7º colocado - 4 pontos
8º colocado - 3 pontos
9º colocado - 2 pontos
10º colocado - 1 ponto

As equipes convidadas para participar em uma ou mais etapas não competirão na classificação geral do Super Sevens.

Mais informações no site: http://www.brasilrugby.com.br/

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5 de mai. de 2012

Galícia faz 1° Oficina de Iniciação ao Rugby

O time baiano de rugby Galícia terá hoje uma oficina de rugby para cerca de 50 crianças de escola pública do bairro de Periperi.
O evento inédito no estado acontecerá no estádio do Galícia, onde sempre acontecem treinos e campeonatos do grupo. A inciativa serve como estímulo às categorias de bases do esporte que mais cresce no Brasil.
Esse "empurrão" é mais que necessário devido a inexistência de rugby infantil no nordeste e um desporto pode até crescer com sua categoria adulta, mas isso se perde se não houver para quem deixar esse legado.
O Galícia masculino já foi diversas vezes campeão nordestino de rugby e luta sempre por melhores classificações na Copa do Brasil. Com certeza esses heróis conseguirão fisgar diversos corações dessas crianças e garantirão o futuro do time.

Quem puder ir conferir a ação dos galicianos, é só chegar no estádio, pois a entrada é franca.





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3 de mai. de 2012

Um overview do I Fórum Sul-americano de Rugby

No último final de semana a cidade de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, foi sede do I Fórum Sul-americano de Rugby organizado em conjunto pela Federação Gaúcha de Rugby e pelo Centro de Estudos Olímpicos da Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O evento contou também com o apoio da Confederação Brasileira de Rugby (CBRu) e do Ministério dos Esportes. Integraram o corpo de palestrantes e coordenadores de debate autoridades e figuras com vasta experiência em diferentes áreas, de diversos países e regiões do Brasil, representantes de instituições e setores de grande peso, como a Secretaria de Alto Rendimento do Ministério dos Esportes e a própria International Rugby Board (IRB).

A intensa programação dos quatro dias de evento (de 27 a 30 de abril) contemplou diversos aspectos pertinentes ao cenário atual do rugby brasileiro e aos desafios que todos nós envolvidos com a modalidade enfrentamos cotidianamente em maior ou menor grau. Todos temos ideia do que precisamos desenvolver e aprimorar na individualidade para melhorar nosso próprio “nível de rugby”: mas será que estamos atentos o suficiente para saber o que podemos e devemos fazer para apoiar o desenvolvimento e crescimento do rugby no Brasil?

Fazer um overview do Fórum poderia muito bem ser um descritivo das palestras e atividades que nele ocorreram, mas talvez o espaço seja agora mais fértil para trazer um pouco daquilo que ficou como reflexão ou provocação em tudo que foi abordado. Desenvolver o rugby, faze-lo crescer, é responsabilidade de todos nós: isso não como um discurso vazio, e sim como um wake-up call de que é fundamental desenvolver a modalidade em todas as suas dimensões, capacitar e valorizar todos os atores envolvidos em todas as esferas e níveis de desenvolvimento do esporte. A quantidade de praticantes e admiradores cresce a cada dia, e a cada dia novos times se formam, e a cada dia mais pessoas se interessam, talvez ainda na inércia do impacto de diversas ações de divulgação bem-sucedidas ou já na expectativa do retorno da modalidade Rugby 7s às Olimpíadas; a questão, então, talvez nem seja mais tanto como fazer o rugby crescer: e sim como faze-lo amadurecer, enriquecer em qualidade e se expandir de forma sustentável.

Oferecer uma diretriz de crescimento, no entanto, não é suficiente. Sem dúvida o trabalho de acompanhamento e investimento no grupo de alto rendimento tem se apresentado como uma alternativa viável de fomentar o desenvolvimento da modalidade: visibilidade internacional e aumento de qualidade do grupo que nos representa internacionalmente chamam a atenção para aquilo que o Brasil vem fazendo no âmbito do rugby. Mas e aqui dentro, e a microesfera dos clubes em sua individualidade? Não é uma questão de falta de paixão, ou falta de trabalho duro, mas talvez uma necessidade de conscientização interna para que se defina se afinal estamos todos mesmo interessados em nadar todos no mesmo sentido. Profissionalizar a prática e a disseminação do esporte implica uma transformação de mentalidade que vai muito além da concessão de vínculo empregatício àqueles que a isso se dedicam, traz a necessidade de um trabalho de reflexão e dedicação a fatores que ultrapassam os limites do treino: como pensar em desenvolver a disseminação do rugby em categorias de base se não damos valor à educação física nas escolas, se não valorizamos o profissional de educação física? Como pensar em criar mais e mais eventos esportivos de rugby se não for ampliado (incentivado, aprimorado, valorizado) o corpo de arbitragem para conduzir as partidas? Como pensar na disseminação ampla do rugby entre todas as categorias se perpetua-se a ideia de que o feminino vem sempre em segundo plano?

Das muitas barreiras que precisam ser vencidas para que o rugby conquiste o seu devido lugar no cenário esportivo brasileiro, talvez seja interessante começar pelo estreitamento de distância que existe entre aqueles considerados responsáveis pela gestão do esporte e aqueles que vivenciam o esporte nos treinos e jogos, estimular o envolvimento de todos não só dentro de campo mas também fora. Compõem uma bela partida de rugby não só os 14 ou 30 jogadores dentro de campo, mas também os árbitros, os treinadores que orquestram o desenvolvimento dos atletas que vão para o campo, os torcedores, os que divulgaram, providenciaram campo, organizaram o evento, aqueles que registram e divulgam os resultados etc. Eventos como o I Fórum Sul-americano de Rugby tem como principal mérito não apenas a consolidação de um corpo competente de palestrantes e oferecimento de boa infra-estrutura para o desenrolar dos cursos, mas principalmente o caráter vanguardista de perceber que sem momentos como esse, sem valorizar a construção conjunta desses caminhos do desenvolvimento, abrimos espaço para o desperdício de oportunidades e para empecilhos ao desenvolvimento pleno de nossos atletas.

A curva ascendente de crescimento do rugby no Brasil e o aumento de nossa importância e visibilidade lá fora vivem um momento ímpar, tendo os Jogos Olímpios do Rio de Janeiro 2016 como norte a todo o aumento de interesse por rugby que se vem observando e, como se diz lá fora, ‘o Gigante despertou’: cabe a nós, todos, não deixar essa oportunidade passar.



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