30 de mai de 2012

Um mês para o início do Super Sevens - Circuito Brasileiro de Rugby Sevens Feminino

Primeira etapa será em São José dos Campos, interior de São Paulo. Iniciativa auxilia crescimento das equipes e atletas nacionais

Foto: Mário Henrique
São Paulo (SP) - O Super Sevens - Circuito Brasileiro de Rugby Sevens Feminino começa em exatamente um mês. O evento exclusivo para as mulheres terá cinco etapas, uma por mês. A primeira está marcada para a cidade de São José dos Campos, no interior de São Paulo, nos dias 30 de junho e 1º de julho. Participarão da competição as seis primeiras colocadas no Brasil Sevens 2011 (Campeonato Brasileiro de Rugby Sevens), além de outras quatro equipes convidadas pela Confederação Brasileira de Rugby (CBRu) e a federação estadual local.

"O Circuito fomenta a competição de alto nível e que coloca em igualdade de condições todas as equipes. É um torneio que faltava em nosso calendário esportivo", afirma Carlos Eduardo Davoli, gerente de Marketing e Torneios da CBRu.

A proposta foi bastante comemorada por jogadoras, técnicos e fãs da modalidade. As vantagens vão desde o lado financeiro, já que parte dos custos do evento e dos clubes participantes serão cobertos pela CBRu, até a multiplicação de torneios e jogos em território nacional.

"A competição é o objetivo final de todo o atleta. Não basta termos mais praticantes se estas novas atletas pouco ou nada jogarem. Quanto mais e melhores competições tivermos, mais ganhamos em quantidade e qualidade de atletas competindo no país", explica João Nogueira, manager da seleção brasileira feminina de rugby.

Nogueira ressalta ainda que o Super Sevens também irá contribuir para o desenvolvimento da seleção nacional, já que aumento no número de torneios disputados pelas atletas amplia a competitividade das jogadoras. "Certamente serão eventos nos quais poderemos observar atletas novas e veteranas, e verificar a evolução técnica e física de jogadoras e de clubes", revela.

O Super Sevens será disputado inicialmente pelas equipes pré-classificadas do SPAC (SP), Niterói (RJ), Desterro (SC), Charrua (RS), São José (SP) e Bandeirantes (SP). Cada equipe poderá inscrever até 10 atletas em cada etapa. O calendário será:

São José dos Campos (SP) - 30 de Junho e 1º de Julho
Organizador: São José Rugby Clube - Federação Paulista de Rugby

Porto Alegre (RS) - 28 e 29 de Julho de 2012
Organizador: Charrua Rugby Clube - Federação Gaúcha de Rugby

Niterói (RJ) - 18 e 19 de Agosto de 2012
Organizador: Niterói Rugby Football Clube - Federação Fluminense de Rugby

Florianópolis (SC) - 22 e 23 de Setembro de 2012
Organizador: Desterro Rugby - Federação Catarinense de Rugby

São Paulo (SP) - 20 e 21 de Outubro de 2012
Organizador: São Paulo Athletic Club (SPAC) - Federação Paulista de Rugby

Formato da disputa - As equipes serão divididas em dois grupos, observada a seguinte ordem de classificação:

Grupo A: 1, 4, 6, 7, 10
Grupo B: 2, 3, 5, 8, 9

Na fase de classificação todas as equipes jogam entre si dentro dos grupos. As duas equipes melhores colocadas de cada grupo fazem as semifinais da Taça de Ouro. As equipes colocadas em 3º e 4º de cada grupo fazem as semifinais da Taça de Prata. As últimas colocadas de cada grupo fazem a final da Taça de Bronze.

Todos os jogos serão disputados em dois tempos de sete minutos com dois minutos de intervalo, com exceção da final da Taça de Ouro, que terá dois tempos de 10 minutos com três minutos de intervalo.

A classificação geral do Super Sevens será determinada de acordo com a pontuação somada ao longo das cinco etapas. As equipes convidadas para participar em uma ou mais etapas não competirão na classificação geral do Super Sevens.

A Confederação Brasileira de Rugby (CBRu) possui patrocinadores de relevância no País: Topper, Bradesco, Heineken, JAC Motors, Deloitte e Terapêutica. Também participam o Grupo CCR como Incentivador e as empresas Cultura Inglesa, Companhia Athlética, Cremer, BR Properties e Travel Ace Assistance como Parceiros. O rugby é o segundo esporte mais praticado no mundo, têm 5 milhões de jogadores e está presente em 120 países. No Brasil, são mais de 100 mil seguidores, mais de 200 agremiações esportivas e 10 mil atletas registrados, números que, somados à volta da modalidade ao programa olímpico nos Jogos do Rio 2016, fizeram a International Rugby Board (Federação Internacional de Rugby) eleger o Brasil como prioridade estratégica de investimento.

Mais informações no site: www.brasilrugby.com.br

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26 de mai de 2012

Calcinha de molho NUNCA MAAAAAAAAAAIS! \o/ - PARTE II





Parece que foi ontem que eu estava na casa da Teresa procurando blogs e sites sobre rugby feminino no Brasil e nada de encontrar muitas coisas hehehe... bem pra quem não sabe o RUGBY DE CALCINHA surgiu assim em um papo entre duas amigas chateadas de tanto procurar o que não achava na net! hehehehe


E o nome? Noooooossa recordo perfeitamente a Teresa dizendo: "calcinha? naaaam parece pornografico" kkkkkkk e eu: "curica a primeira coisa que vem a mente quando se fala em calcinha é mulher, feminilidade..." kkkkk


E o VARAL DE CALCINHA COM O "H" kkkk isso foi ideia da Teresaaaaa claaaaaaaaro!!! kkkkk
Nossa tantas lembranças maravilhosas já vivemos com esse blog, quantas pessoas já nos ajudaram a chegar onde o RDC esta hoje: Karlla, Rouget, Maraisa, Mauricio Migliano, Rachel, Mauricio Carli, Blog do Rugby, Soul Rugby... e sem contar com quem ainda esta aqui fazendo a diferença: Renatinha, Vanessa, Rê Martinez, Marjorie. Eu não tenho nem palavras pra agradecer por TUDO e principalmente a minha AMIGA que sempre abraça as ideias malucas Teresa Raquel, curica sem você esse blog não teria tanta vida! E claroooooooo sem esquecer de cada pessoa que já entrou e continua entrando no blog, lendo as notícias (mesmo que fofocas ou bobagens pra os homens hehehehe), mandando matérias, que estão no orkut (SIM COMEÇAMOS NO ORKUT E SEMPRE AGRADEÇO PELA EXISTÊNCIA DELE, VALEEEEU ORKUT), que estão no facebook, no tiwtter... enfim a você que tá ai do outro lado da tela, MUITÍSSIMO OBRIGADA POR TORNAR ESSA BRINCADEIRA ALGO MAIS SÉRIO PARA A MINHA VIDA... E PARA O RUGBY!

SINCERAMENTE MUITO OBRIGADA!!! E continuem acessando, lendo, mandando qualquer coisa para nós! hehehe


Ps.: DESCULPA SE EU ESQUECI ALGUÉM!! =d


E agora para fehar o nosso primeiro post (aiiiim que vergonhaaaaaa kkkkkk) com o título nada mais justo que:


"Calcinha de molho NUNCA MAAAAAAAAAAIS! \o/


"Oiii, nós somos o RUGBY DE CALCINHA!!!! Aqui iremos falar da versão cor-de-rosa do esporte que muita gente considera "violento" mas o qual a gente tira de letra! Comentários sobre o esporte, dicas valiosas como "a melhor maneira de esconder aquele hematoma do jogo de domingo" e, claro, outras cositas interessantes que o esporte proporciona como jogadores fabulosos! hahahahaha! Mande sua sugestão de vídeos, fotos, links, sites pra gente comentar! Nosso blog será como um diário, contando coisas, desabafando problemas e compartilhando idéias. O blog é para todas as amantes, jogadoras e claro: para os amantes das amantes e jogadoras!!!! SEJAM BEM VINDAS! Beijoooos :* "




beijokaaaaaaaas a todos ass.: Annajô Mauriz

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23 de mai de 2012

I Clínica FPR de Rugby XV Feminino

I Clínica XV Feminino 2012

No último domingo (20/05) foi realizada em São Bernardo do Campo a I Clínica de Rugby XV Feminino 2012, realizada pelo departamento feminino da Federação Paulista de Rugby sob organização do Templários Rugby Clube. O evento contou ainda com o apoio do Pasteur, do SPAC e da CBRu.

Envolvendo meninas com todos os níveis de experiência, a Clínica reuniu cerca de 60 jogadoras, do interior, da capital e até mesmo de fora do estado. A programação do dia dividiu-se entre sessões práticas e teóricas, focadas em aspectos primordiais iniciais que se apresentaram como um primeiro contato aprofundado com uma parte pontual do rugby de XV, e não como um panorama geral e superficial. A proposta é que este tenha sido o primeiro de uma série de 4 encontros que ocorrerão até agosto, e que poderão então apresentar progressivamente os aspectos pertinentes ao rugby de XV dentro da categoria feminino, que ainda não pratica largamente a modalidade no país. O foco desde primeiro encontro centrou-se nos tipos de saída de jogo e posicionamento inicial dentro de campo, além de outras formas de organização similares àquelas do rugby sevens.

A comissão técnica foi formada por Maurício Migliano, Flávio Santos (ambos former coaches da Seleção Brasileira de Rugby Feminino), Youssef Driss, coach do SPAC Feminino, e Fernando Foresti, coach do Pasteur Feminino. Após uma breve exposição teórica coordenada por Flávio Santos, as meninas foram divididas entre Forwards e jogadoras de linha para treinar formações específicas, chute e recepção de saída e algumas sequências dinâmicas de jogada. Durante as sessões práticas, as jogadoras foram individualmente analisadas para que a comissão técnica tivesse um melhor conhecimento de quem é o plantel disponível hoje no estado de São Paulo.

Após o almoço, ao final das atividades, as jogadoras foram divididas em três equipes para simulações de jogos de quinze minutos, ainda sem formações fixas neste primeiro encontro. A despeito do desnível técnico entre a grande diversidade de meninas que compareceram ao evento, foi possível perceber que o bom andamento dos jogos se deu em grande parte graças ao apoio apresentado pelas atletas mais experientes, que souberam muito bem conduzir as jogadoras menos experientes no desenrolar do jogo. Essa forma de apoio e aprendizado dentro de campo é certamente muito enriquecedora para jogadoras de equipes ainda em processo de consolidação.

Em breve, será divulgado um calendário com as datas dos próximos três encontros, ao final dos quais pretende-se formar uma ou duas equipes paulistas de rugby XV feminino, um primeiro passo para fomentar e incentivar a prática desta modalidade também por essa categoria. Está sendo estabelecido contato com federações de outros estados para tentar viabilizar partidas inter-regionais até o final deste ano.

Nota do departamento feminino da FPR: Ainda que o rugby sevens - enquanto modalidade olímpica - seja prioridade de desenvolvimento, não se deve descartar a necessidade e as oportunidades de desenvolver o rugby de XV também para o feminino. Essencialmente, os valores são os mesmos; e o rugby de XV apresenta-se ainda como uma modalidade mais democrática na abrangência dos perfis de jogadoras, além de estimular a formação de grupos mais numerosos de jogadoras por contemplar um número maior de atletas em uma única partida. Evidentemente, os desafios são muitos; mas o planejamento deste ano para o rugby feminino paulista está centrado na promoção de eventos que sejam oportunidades de integração e crescimento sobretudo para equipes que até o momento foram pouco contempladas por competições regionais oficiais. Para que tudo isso seja possível, no entanto, é fundamental contar com o apoio e envolvimento do maior número possível de praticantes: eventos como a clínica do último domingo ou o próprio circuito paulista de rugby sevens feminino são acontecimentos justificados somente através da presença e demonstração de interesse por parte das praticantes... e cabe ao coletivo continuar a fazer deste um primeiro passo real de desenvolvimento, e não um acontecimento isolado.


Escrito por: Elisa Domingues e Isadora Szklo - Rugby FFLCH-USP

Fonte: Portal do Rugby

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22 de mai de 2012

Copa Brasil Central de Rugby

Por Lambrine Pereira Mortate

Neste fim de semana foi realizada a segunda rodada da Copa Brasil Central de Rugby, também conhecida como Pequi Nations. 

Os Goianos receberam o Cuiabá na cidade de Goiânia, onde venceram por 40 a 5. No mesmo dia aconteceram dois amistosos entre os times femininos. 

Resultados:
Goianos 55 x 00 Cuiabá A
UFG Rugby 12 x 00 Cuiabá B

Foram importantes resultados para os clubes femininos de Goiás. O UFG Rugby Clube com apenas 7 meses de criação já vem colhendo bons resultados. Os Goianos Rugby Clube vão a Brasília em 9 e 10 de Junho disputar a primeira edição da Copa Brasil Central de Rugby Seven Feminino, juntamente com outras cinco equipes, são elas: 

Brasília Rugby Clube
Mutuca Rugby de Gurupi
Recife Rugby Club
Cuiabá Rugby Clube
Campo Grande Rugby Clube





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21 de mai de 2012

Rugbi também é coisa de mulher no RN

Riane Brito
Da Redação do Potiguar Notícias


O rugby ou rúgbi é um esporte em que os seus jogadores passam a bola oval com as mãos e buscam alcançar a linha de fundo, para impedir que os jogadores do time adversário tentem derrubar no chão aquele que estiver com a bola. Quando não conseguem parar o adversário, os torcedores gritam “tryyyy” ao invés do popular “gooool”. À primeira vista, o rugby parece um jogo violento no qual os rugbiers, como são chamados, apenas se empurram e jogam uns aos outros no chão, mas, diferente do que se pensa, o rugby é um jogo coletivo, em que se vê é baseado no respeito e cumplicidade entre os praticantes.

A tradição esportiva demorou a se espalhar pelo Brasil, concentrando-se nas regiões sul e sudeste. Os primeiros clubes do nordeste, por exemplo, datam da segunda metade da primeira década dos anos 2000. Felizmente, a perspectiva é de que esse cenário mude até a volta da modalidade aos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. A Delloite, que presta consultoria empresarial, realizou recente pesquisa que detectou o rugby como o esporte que mais cresce no Brasil, seguido das artes marciais, devendo ser alvo de investimentos nos próximos anos.

O esporte é originário da Inglaterra e existe oficialmente desde 1863, mas só chegou às terras potiguares em 2005, quando foi criado o Potiguar Rugby Club e, um ano depois, foi fundado o Potiguar Rugby Clube Feminino e compartilhavam o campo e os treinos com os marmanjos. Na época, o time encarou muitas caras feias, uma vez que as pessoas costumam ver com olhos preconceituosos mulheres que praticam esportes os quais os homens dominam como o futebol e o rugby. As dificuldade em encontrar praticantes e patrocínio extinguiram o time feminino no fim de 2009.

 Em 2011, recriado o time feminino e retomando as atividades, fazendo excelente temporada, impulsionou a procura por mais praticantes no Estado. A capitã do time Maíra Leal, em entrevista ao PN, disse que o rugby não é só um esporte, é um estilo de vida: “Para praticá-lo, são necessárias jogadoras de todos os biotipos: altas e baixas, gordas e magras, velozes e lentas. Tem sempre um lugar para quem quiser jogar. Além disso, por se tratar de um esporte amador, é perfeito para quem se sente um pouco abandonada na prática esportiva quando deixa a universidade. No mundo inteiro, mulheres de várias idades praticam rugby” disse.


NOVA FASE

Este ano o rugby potiguar feminino enfrenta uma nova fase, com um bom número de atletas treinando, e disputa o circuito feminino de rugby que segue na sua segunda edição. A primeira etapa foi disputada recentemente em Recife onde o time alcançou bons resultados “Não fomos a surpresa do campeonato, o Mandacaru de Maceió, certamente levou esse título. Não fomos dessa vez o time menos experiente. Esse título é certamente do time de Salvador. Não fomos o melhor time, o Recife é certamente o time de rugby feminino mais desenvolvido da Região Nordeste. Não disputamos o primeiro lugar e mostramos que brigamos pelo título, como Teresina. Não fomos as meninas mais novas com um futuro brilhante pela frente, como as meninas do time B do Recife foram. Fomos nós. Pela primeira vez, com todas as dificuldades, com os bons e os maus momentos, com coragem. Nessa etapa, fomos  depois de muito tempo, um time. Dividimos responsabilidades, conquistas e temos muitas histórias pra contar. Rimos e choramos. Jogamos menos do gostaríamos e queremos mais. Mal podemos esperar a segunda etapa” disse a capitã.

Agora com o olhar para o futuro as jogadoras partem em julho para o Piauí, onde será realizado a segunda etapa do circuito feminino de rugby e lançaram a campanha “Ei, ajuda a gente ir pro Piauí!” e estão desenvolvendo atividades para arrecadar dinheiro. Tudo vale: vender rifas e camisetas, correr atrás de patrocínio e até fazer barraquinha de bebida em festas. “Temos orgulho do nosso trabalho, do que conquistamos, pode não ser nada nos olhos dos outros, mas somos um time. A cada vez que tenho um treino com time completo, ou um jogo, sinto que uma parte do sonho se realiza. Quero mais, quero ter um time competitivo para o próximo NE 7’s, quero realizar jogos femininos em Natal, quero montar uma escolinha de rugby na comunidade onde vivo e vou realizar cada um desses sonhos com a ajuda das minhas companheiras de time.”,  afirmou.

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20 de mai de 2012

Times do Brasil: Iguanas UNIP Rugby





E mais um time feminino de rugby no Brasil esta começando a bater asas e voar. Vamos dar boas vindas ao IGUANAS UNIP RUGBY. A Aline Selvini contou para nós que elas começaram o time em agosto  do ano passado e aos poucos estão se erguendo e ganhando experiência como aconteceu no último dia 05 de maio quando elas participaram de um Treino/Jogo no Rio Branco (é isso ai a ajuda e união de todos fazem as coisas andarem mais rápido e melhor, vlw Rio Branco Rugby ^-~).

E elas estão convidando a todas as meninas da UNIP ou não que estão querendo começar a jogar rugby para começarem a treinar e se unir a família Iguanas... e então meninas de sampa o que estão esperando?!?!? 



E para quem se interessou segue abaixo o link da Fan Page do Iguanas UNIP Rugby no facebook:



Os treinos acontecem:

Horário do treino: Apenas aos sábados das 12hrs às 14hrs.
Local: Parque do Ibirapuera, próximo do portão 6 e da praça do Porco.

Tel: (11) 5797-9170 = Aline
      (11) 8211-0310 = Amanda Capitã
      (11) 7312-4011 = Jorge Profeta Treinador


Zilõõõões de bjokas a todos e para a Aline Selvini que nos contou um pouco das Iguanas (amei esse nomeeeee sééérrio! *-*)



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15 de mai de 2012

Seleção feminina termina em 12º lugar na última etapa do Circuito Mundial em Londres

Única representante da América do Sul, seleção brasileira mostra bom desempenho.

 

A seleção feminina de rugby disputou neste fim de semana (12 e 13) a nona e última etapa do Circuito Mundial de Rugby Sevens Feminino (IRB Womens Sevens Challange Cup), em Londres, na Inglaterra. O Brasil terminou na 12ª colocação. A campeã do torneio foi a Inglaterra.

"As brasileiras foram as únicas representantes da América do Sul no torneio. Participaram de quatro das nove etapas (Dubai, Las Vegas, Hong Kong e Londres) e chegaram a conquistar o quinto lugar na passagem do Circuito pelos Estados Unidos, vencendo times tradicionais como as seleções canadense e norte-americana. Nota-se que odesempenho está melhorando gradativamente e o nosso foco é o desenvolvimento a longo prazo, para 2016. Neste ano a equipe já conquistou o octacampeonato sul-americano e permanece invicta no continente. Trabalhando de forma planejada, certamente chegaremos ao Rio de Janeiro com uma equipe extremamente competitiva e pronta para se tornar uma das principais potências na modalidade", analisa Sami Arap Sobrinho, presidente da Confederação Brasileira de Rugby (CBRu).

Em Londres, na fase inicial, o Brasil caiu no grupo A, ao lado de Inglaterra, África do Sul e Cazaquistão. Na estreia contra as sul-africanas, as tupis fizeram um bom primeiro tempo, mas acabaram derrotadas na segunda etapa por 28 a 17. Diante das donas da casa, placar de 41 a 0 para as inglesas. Na última partida do sábado (12), vitória brasileira por 21 a 14 sobre o Cazaquistão.

No domingo (13), pelas semifinais da Taça Bronze, as chinesas superaram as Tupis por 33 a 14. Com a derrota, o Brasil enfrentou novamente o Cazaquistão, na disputa pelo 11º lugar. Porém, as cazaques conseguiram uma revanche e venceram por 19 a 17.

A seleção brasileira que participou da etapa de Londres era formada por:
Angélica Gevaerd - SPAC
Ayna Christovam - SPAC
Bárbara Rodrigues Santiago - Niterói RFC
Beatriz Pereira da Silva - Desterro RC
Júlia Albino Sardá - Desterro RC
Juliana Esteves Santos - Bandeirantes RC
Maíra Bravo Behrendt - SPAC
Maíra Magdaleno da Ros - Desterro RC
Mariana Barbosa Ramalho - SPAC
Paula Harumi Ishibashi - SPAC
Vanessa das Chagas - Desterro RC
Vanessa Gardellim - São José RC


Fonte: CBRu
 


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13 de mai de 2012

FELIZ DIA DAS MÃES

 Foto: Maria Gaivão (Escolinha de Rugby da Galiza)


 Foto: Abril de 2004, Torneio de Seven em Varginha – Liam Carey e sua mãe (SITE BH RUGBY)


Pequenas coisas


Elas são o nosso primeiro elo com o mundo e nos guiam sem precisar pagar por isso!
Elas vêm em vários tamanhos, várias cores, vários traços...
Elas são a nossa torcida, apoio, força, fortaleza, aconchego...
Elas são amigas, confidentes, chatas, brigonas, choronas e alegres sempre quando precisam ser!
Elas sentem tudo o que sentimos mesmo estando longe!
Se ganhamos elas choram, nos abraçam... se perdemos elas também choram e claro nos abraçam... como se cada conquista ou derrota nossa transformasse não somente a nossa vida mas também a delas!
É engraçado como uma pessoa pode ser tão apaixonada, dedicada, fiel, linda e completa ao mesmo tempo!
Mãe obrigada por você fazer parte de mim, da minha vida e principalmente por ser MINHA MÃE... A MELHOR MÃE DO MUNDO!!!!


EU TE AMO!!!


Texto: Annajô Mauriz =D hehehehe


UM MARAVILHOSO DIA DAS MÃE PARA TODAS AS MAMÃES DOS RUGBIERS E AS MAMÃES RUGBIERS!!!!


 Fotos: Teresina/AABB Rugby Dia das Mães


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9 de mai de 2012

Exposição de rugby em São Paulo

A Cultura Inglesa, marca constante nas ações de rugby no país, promoverá uma exposição gratuita sobre esportes ingleses como rugby, críquete e tênis. Este é um dos eventos programados para o 16°Cultura Inglesa Festival .

Essa ação tem como objetivo mostrar para os brasileiros as origens dos desportos famosos no país da rainha Elisabeth. Mas, somando-se aos resultados, teremos uma ótima divulgação do rugby junto às massas mais populares de São Paulo.

Corínthians-Itaquera, da linha 3-Vermelha localizada na zona leste da capital paulista, foi a estação escolhida. Em horário de pico tem capacidade para cerca de 60 mil pessoas. A exposição terá seu horário de acordo com o funcionamento do metrô.

Esta é mais uma ação da Cultura Inglesa ligada ao esporte, que já promoveu campeonatos de tag rugby para o público infantil.

Serviço
Data: de 25/05 a 30/06


Horário: 4h40 às 00h19 (o mesmo do funcionamento da estação)

Local: Estacão Corinthians-Itaquera - Linha 3 Vermelha - São Paulo - SP

Entrada gratuita para usuários do metrô


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CBRu lança o Super Sevens - Circuito Brasileiro de Rugby Sevens Feminino

Iniciativa visa divulgar a modalidade olímpica e auxiliar o fortalecimento das equipes femininas

Aproveitando o sucesso da seleção brasileira feminina em torneios internacionais, a Confederação Brasileira de Rugby (CBRu) lançou oficialmente o Circuito Brasileiro de Rugby Sevens Feminino, denominado "Super Sevens". O objetivo é divulgar a modalidade olímpica, aumentar o número de praticantes do sexo feminino e fortalecer o crescimento das equipes nacionais, incentivando o intercâmbio com times de outros Estados e enriquecendo o sistema de jogo das atletas.

"O rugby feminino vem crescendo no mundo e ficamos honrados da modalidade ter sido muito bem aceita pelas atletas brasileiras. Hoje temos uma seleção nacional que foi oito vezes campeã sul-americana de forma consecutiva e é a única representante regional em etapas do Circuito Mundial, competição que conta com a presença das melhores equipes do mundo. Podemos evoluir e alcançar resultados ainda melhores. Para tanto, vamos premiar os clubes femininos com uma competição nacional de alto nível. Quanto mais jogarem entre si, mais fortes se tornarão", comenta Sami Arap Sobrinho, presidente da CBRu.

Em 2012, o Super Sevens será realizado em cinco etapas mensais. Cada etapa será sediada por uma equipe com apoio e supervisão da federação estadual. Participarão da competição as seis primeiras colocadas no Brasil Sevens 2011 (Campeonato Brasileiro de Rugby Sevens), além de outras quatro equipes convidadas de comum acordo entre a CBRu e a federação estadual local. Quanto mais recursos, incentivos e patrocínios a CBRu obtiver, maior, melhor e mais forte se tornará o Super Sevens.

O Super Sevens será disputado inicialmente pelas equipes pré-classificadas do SPAC (SP), Niterói (RJ), Desterro (SC), Charrua (RS), São José (SP) e Bandeirantes (SP). Cada equipe poderá inscrever até 10 atletas em cada etapa. O calendário será:

São José dos Campos (SP) - 30 de Junho e 1º de Julho
Organizador: São José Rugby Clube - Federação Paulista de Rugby

Porto Alegre (RS) - 28 e 29 de Julho de 2012
Organizador: Charrua Rugby Clube - Federação Gaúcha de Rugby

Niterói (RJ) - 18 e 19 de Agosto de 2012
Organizador: Niterói Rugby Football Clube - Federação Fluminense de Rugby

Florianópolis (SC) - 22 e 23 de Setembro de 2012
Organizador: Desterro Rugby - Federação Catarinense de Rugby

São Paulo (SP) - 20 e 21 de Outubro de 2012
Organizador: São Paulo Athletic Club (SPAC) - Federação Paulista de Rugby

Formato da disputa - As equipes serão divididas em dois grupos, observada a seguinte ordem de classificação:

Grupo A: 1, 4, 6, 7, 10
Grupo B: 2, 3, 5, 8, 9

Para montagem dos grupos foi considerada a ordem de classificação final dos participantes no Brasil Sevens 2011. A partir da segunda etapa, será considerada a ordem de classificação final da etapa anterior para montagem de tabela. A CBRu e a federação estadual local também indicarão, em conjunto, após análise técnica considerando o histórico das equipes, em qual posição cada uma das convidadas deverá entrar na tabela, de 7ª a 10ª colocadas. Na ausência de equipes locais, equipes de outros estados poderão ser convidadas a participar de uma ou mais etapas do Super Sevens.

Na fase de classificação todas as equipes jogam entre si dentro dos grupos. As duas equipes melhores colocadas de cada grupo fazem as semifinais da Taça de Ouro. As equipes colocadas em 3º e 4º de cada grupo fazem as semifinais da Taça de Prata. As últimas colocadas de cada grupo fazem a final da Taça de Bronze.

Todos os jogos serão disputados em dois tempos de sete minutos com dois minutos de intervalo, com exceção da final da Taça de Ouro, que terá dois tempos de 10 minutos com três minutos de intervalo.

Durante a fase de grupos, as partidas terão as seguintes pontuações: vitória - 2 pontos; empate - 1 ponto; derrota - 0 ponto. A classificação geral do Super Sevens será determinada de acordo com a pontuação somada ao longo das cinco etapas, respeitando a seguinte ordem:

1º colocado - 20 pontos
2º colocado - 15 pontos
3º colocado - 12 pontos
4º colocado - 10 pontos
5º colocado - 8 pontos
6º colocado - 6 pontos
7º colocado - 4 pontos
8º colocado - 3 pontos
9º colocado - 2 pontos
10º colocado - 1 ponto

As equipes convidadas para participar em uma ou mais etapas não competirão na classificação geral do Super Sevens.

Mais informações no site: http://www.brasilrugby.com.br/

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5 de mai de 2012

Galícia faz 1° Oficina de Iniciação ao Rugby

O time baiano de rugby Galícia terá hoje uma oficina de rugby para cerca de 50 crianças de escola pública do bairro de Periperi.
O evento inédito no estado acontecerá no estádio do Galícia, onde sempre acontecem treinos e campeonatos do grupo. A inciativa serve como estímulo às categorias de bases do esporte que mais cresce no Brasil.
Esse "empurrão" é mais que necessário devido a inexistência de rugby infantil no nordeste e um desporto pode até crescer com sua categoria adulta, mas isso se perde se não houver para quem deixar esse legado.
O Galícia masculino já foi diversas vezes campeão nordestino de rugby e luta sempre por melhores classificações na Copa do Brasil. Com certeza esses heróis conseguirão fisgar diversos corações dessas crianças e garantirão o futuro do time.

Quem puder ir conferir a ação dos galicianos, é só chegar no estádio, pois a entrada é franca.





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3 de mai de 2012

Um overview do I Fórum Sul-americano de Rugby

No último final de semana a cidade de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, foi sede do I Fórum Sul-americano de Rugby organizado em conjunto pela Federação Gaúcha de Rugby e pelo Centro de Estudos Olímpicos da Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O evento contou também com o apoio da Confederação Brasileira de Rugby (CBRu) e do Ministério dos Esportes. Integraram o corpo de palestrantes e coordenadores de debate autoridades e figuras com vasta experiência em diferentes áreas, de diversos países e regiões do Brasil, representantes de instituições e setores de grande peso, como a Secretaria de Alto Rendimento do Ministério dos Esportes e a própria International Rugby Board (IRB).

A intensa programação dos quatro dias de evento (de 27 a 30 de abril) contemplou diversos aspectos pertinentes ao cenário atual do rugby brasileiro e aos desafios que todos nós envolvidos com a modalidade enfrentamos cotidianamente em maior ou menor grau. Todos temos ideia do que precisamos desenvolver e aprimorar na individualidade para melhorar nosso próprio “nível de rugby”: mas será que estamos atentos o suficiente para saber o que podemos e devemos fazer para apoiar o desenvolvimento e crescimento do rugby no Brasil?

Fazer um overview do Fórum poderia muito bem ser um descritivo das palestras e atividades que nele ocorreram, mas talvez o espaço seja agora mais fértil para trazer um pouco daquilo que ficou como reflexão ou provocação em tudo que foi abordado. Desenvolver o rugby, faze-lo crescer, é responsabilidade de todos nós: isso não como um discurso vazio, e sim como um wake-up call de que é fundamental desenvolver a modalidade em todas as suas dimensões, capacitar e valorizar todos os atores envolvidos em todas as esferas e níveis de desenvolvimento do esporte. A quantidade de praticantes e admiradores cresce a cada dia, e a cada dia novos times se formam, e a cada dia mais pessoas se interessam, talvez ainda na inércia do impacto de diversas ações de divulgação bem-sucedidas ou já na expectativa do retorno da modalidade Rugby 7s às Olimpíadas; a questão, então, talvez nem seja mais tanto como fazer o rugby crescer: e sim como faze-lo amadurecer, enriquecer em qualidade e se expandir de forma sustentável.

Oferecer uma diretriz de crescimento, no entanto, não é suficiente. Sem dúvida o trabalho de acompanhamento e investimento no grupo de alto rendimento tem se apresentado como uma alternativa viável de fomentar o desenvolvimento da modalidade: visibilidade internacional e aumento de qualidade do grupo que nos representa internacionalmente chamam a atenção para aquilo que o Brasil vem fazendo no âmbito do rugby. Mas e aqui dentro, e a microesfera dos clubes em sua individualidade? Não é uma questão de falta de paixão, ou falta de trabalho duro, mas talvez uma necessidade de conscientização interna para que se defina se afinal estamos todos mesmo interessados em nadar todos no mesmo sentido. Profissionalizar a prática e a disseminação do esporte implica uma transformação de mentalidade que vai muito além da concessão de vínculo empregatício àqueles que a isso se dedicam, traz a necessidade de um trabalho de reflexão e dedicação a fatores que ultrapassam os limites do treino: como pensar em desenvolver a disseminação do rugby em categorias de base se não damos valor à educação física nas escolas, se não valorizamos o profissional de educação física? Como pensar em criar mais e mais eventos esportivos de rugby se não for ampliado (incentivado, aprimorado, valorizado) o corpo de arbitragem para conduzir as partidas? Como pensar na disseminação ampla do rugby entre todas as categorias se perpetua-se a ideia de que o feminino vem sempre em segundo plano?

Das muitas barreiras que precisam ser vencidas para que o rugby conquiste o seu devido lugar no cenário esportivo brasileiro, talvez seja interessante começar pelo estreitamento de distância que existe entre aqueles considerados responsáveis pela gestão do esporte e aqueles que vivenciam o esporte nos treinos e jogos, estimular o envolvimento de todos não só dentro de campo mas também fora. Compõem uma bela partida de rugby não só os 14 ou 30 jogadores dentro de campo, mas também os árbitros, os treinadores que orquestram o desenvolvimento dos atletas que vão para o campo, os torcedores, os que divulgaram, providenciaram campo, organizaram o evento, aqueles que registram e divulgam os resultados etc. Eventos como o I Fórum Sul-americano de Rugby tem como principal mérito não apenas a consolidação de um corpo competente de palestrantes e oferecimento de boa infra-estrutura para o desenrolar dos cursos, mas principalmente o caráter vanguardista de perceber que sem momentos como esse, sem valorizar a construção conjunta desses caminhos do desenvolvimento, abrimos espaço para o desperdício de oportunidades e para empecilhos ao desenvolvimento pleno de nossos atletas.

A curva ascendente de crescimento do rugby no Brasil e o aumento de nossa importância e visibilidade lá fora vivem um momento ímpar, tendo os Jogos Olímpios do Rio de Janeiro 2016 como norte a todo o aumento de interesse por rugby que se vem observando e, como se diz lá fora, ‘o Gigante despertou’: cabe a nós, todos, não deixar essa oportunidade passar.



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